Fil­tro
  • INEST Comem­ora Dois Anos de Criação

    Os dois anos de cri­ação do Insti­tuto de Estu­dos Estratégi­cos da Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense (INEST/​UFF) foram comem­o­ra­dos com o descer­ra­mento de uma placa pelo reitor Roberto Salles. Antes, uma breve apre­sen­tação sobre a evolução do Insti­tuto foi feita pelo dire­tor pro­fes­sor Eurico de Lima Figueiredo.

    IMG 0888

    Estiveram pre­sentes o coor­de­nador do Pro­grama de Pós-​Graduação em Estu­dos Estratégi­cos, pro­fes­sor Vagner Camilo Alves, o chefe do depar­ta­mento de Estu­dos Estratégi­cos e Relações Inter­na­cionais, pro­fes­sor Thi­ago Rodrigues e o coor­de­nador do curso de grad­u­ação em Relações Inter­na­cionais, pro­fes­sor Adri­ano de Freixo, além de diver­sos docentes e discentes.

    O INEST originou-​se no Núcleo de Estu­dos Estratégi­cos (Nest), cri­ado em21 de agosto de1986 pelos pro­fes­sores René Drei­fuss e Eurico Figueiredo. Ainda como núcleo, real­i­zou diver­sos pro­je­tos em parce­ria com out­ras insti­tu­ições, como o “Rede Brasil de Defesa”, o “Pro­grama de Pós-​graduação em Estu­dos Estratégi­cos da Defesa e da Segu­rança” e o “Sis­tema Brasileiro de Defesa”, que esta­b­ele­ceu a asso­ci­ação entre a insti­tu­ição e a Escola Supe­rior de Guerra (ESG).

    Após a cri­ação de um pro­grama de pós-​graduação em estu­dos estratégi­cos em 2007 e uma grad­u­ação em relações inter­na­cionais em 2008, iniciou-​se o processo para a fun­dação do Insti­tuto de Estu­dos Estratégi­cos, con­cretizado em 23 de agosto de 2012.

  • INEST recebe Nel­son Jobim na Aula Magna 2014

    O Teatro Munic­i­pal de Niterói lotou na última terça-​feira, 1º de abril, por ocasião da Aula Magna do Insti­tuto de Estu­dos Estratégi­cos da Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense (INEST-​UFF), pro­ferida pelo ex-​ministro da Justiça, da Defesa e do Supremo Tri­bunal Fed­eral (STF) Nel­son Jobim.

    IMG 9735

    A mesa de aber­tura foi com­posta pelo Pró-​Reitor de Plane­ja­mento e decano da UFF, pro­fes­sor Heitor Luiz Soares de Moura, pelo dire­tor do INEST, pro­fes­sor tit­u­lar Eurico de Lima Figueiredo. Pelo Coor­de­nador do Pro­grama de Pós-​Graduação em Estu­dos Estratégi­cos da Defesa e da Segu­rança (PPGEST), pro­fes­sor Vagner Camilo Alves e pelo Chefe do Depar­ta­mento de Relações Inter­na­cionais e Estu­dos Estratégi­cos, pro­fes­sor Thi­ago Rodrigues.

    IMG 9755

    Além de alunos e pro­fes­sores de grad­u­ação e pós-​graduação do INEST, estiveram pre­sentes diver­sas autori­dades como o pro­fes­sor Walki­mar Carneiro, rep­re­sen­tante da Pró-​Reitoria de Pesquisa, Pós-​Graduação e Ino­vação, o Coronel-​Aviador Jorge Calvário dos San­tos, rep­re­sen­tando a Escola Supe­rior de Guerra (ESG), pro­fes­sor Cláu­dio Rogério de Andrade Flor, do Pro­grama de Pós-​Graduação em Estu­dos Marí­ti­mos (PPGEM) da Escola de Guerra Naval (EGN) e pro­fes­sora Mirian Lep­sch, pres­i­dente da Fun­dação da Fun­dação Euclides da Cunha.

    IMG 9800

    Em sua con­fer­en­cia. Nel­son Jobim traçou um histórico da questão da defesa no Brasil, dis­cor­rendo sobre a origem das insti­tu­ições lig­adas ao setor, e fazendo uma com­para­ção com nações latino-​americanas. Em seguida falou sobre as atribuições con­sti­tu­cionais das Forças Armadas brasileiras. Fez ainda um prognós­tico sobre o futuro das ativi­dades da defesa nacional e segu­rança pública, dando ênfase ao papel cru­cial que tais forças terão à medida que o país alcançar maior pro­jeção internacional

    Após a apre­sen­tação, o pro­fes­sor Eurico de Lima Figueiredo saudou Nel­son Jobim, agrade­cendo a sua amizade e colab­o­ração, além de ressaltar sua atu­ação na vida pública do país, nos cam­pos jurídi­cos e político, nas últi­mas cinco décadas. Fez um ainda, um breve relato sobre a cri­ação do INEST e seu caráter único, atuando no ensino e pesquisa em áreas como estu­dos estratégi­cos e defesa, inédi­tos no Brasil e a con­strução de parce­rias com out­ras insti­tu­ições civis e mil­itares como Uni­ver­si­dade Fed­eral do Rio Grande do Sul (UFRGS), ESG. EGN e entre outras.

    O Pró-​Reitor de Plane­ja­mento e decano da UFF, pro­fes­sor Heitor Luiz Soares de Moura encer­rou o evento, parab­enizando a todos por ini­cia­ti­vas como a do INEST e con­vi­dando Nel­son Jobim para regres­sar à UFF em breve

  • Cal­endário 2013

    INEST

    Cole­giado do Instituto

    Reuniões

    Grad­u­ação — Relações Inter­na­cionais — GGZ

    2º Período de 2012

    Tér­mino do 2º período de 2012

    2803

    1º Período de 2013

    Período de inscrição on-​line em disciplinas

    0604 a 0904

    Período de inscrição pres­en­cial em dis­ci­plinas

    1604 a 1804

    Iní­cio das aulas

    2204

    Prazo para can­ce­la­mento de inscrição em disciplinas

    2204 a 1005

    Tran­ca­mento de matrícula

    2204 a 1705

    Tér­mino do 1º período de 2013

    1708

    Período de inscrição on-​line em disciplinas

    0604 a 0904

    2º Período de 2013

    Período de inscrição on-​line em disciplinas

    2408 a 2708

    Período de inscrição pres­en­cial em dis­ci­plinas

    0209 a 0509

    Iní­cio das aulas

    0909

    Prazo para can­ce­la­mento de inscrição em disciplinas

    0909 a 2709

    Tran­ca­mento de matrícula

    0909 a 0410

    Tér­mino do 1º período de 2013

    1701

    Pós grad­u­ação — Mestrado — PPGEST

    1º Período de 2013

    Iní­cio das aulas

    0804

    Out­ros eventos

    Reuniões do PPGEST

    1104

    0407

    2908

    0512

    Núcleo de Estu­dos Estratégi­cos Avança­dos — NEEA

    2º Período de 2012

    X Ciclo de palestras do NEEA

    2802

    1403

    2103

    1104

    2504

    Even­tos externos

    1º Encon­tro Regional da ABED no Rio de Janeiro

    27 a 2905

    Prazo para inscrições

    N.D

    Prazo para sub­mis­são de pro­postas e envio de trabalhos

    N.D

    Infor­mações adicionais

    27º Sim­pó­sio Nacional da ANPUH

    22 a 2607

    Inscrição de tra­balho temático

    Até 3103

    Infor­mações adicionais

    VII Encon­tro Nacional da ABED — Belém do Pará

    4 a 808

    Prazo para inscrições

    Prazo para sub­mis­são de pro­postas e envio de trabalhos

    Infor­mações adicionais

    7º Con­gresso da ALACIP

    25 a 2709

    Envio de pro­postas de artigos

    até 2802

    Anún­cios das das mesas, sim­pó­sios e pro­postas aprovadas

    até 1504

    Inscrição no Congresso

    até 0707

    Envio de artigos

    até 1608

    Infor­mações adicionais

    37ª Reunião da ANPOCS

    N.D

    Infor­mações adicionais

    Feri­ados e even­tos especiais

    Car­naval

    1202

    Quarta-​Feira de Cinzas

    1302

    Pás­coa

    2903

    Tiradentes

    2104

    Dia do Trabalhador

    0105

    Cor­pus Christi

    3005

    Dia da Independência

    0709

    Dia da Padroeira do Brasil

    1210

    Dia do professor

    1510

    Agenda Acadêmica

    N.D

    Dia do fun­cionário público

    2810

    Fina­dos

    0211

    Procla­mação da República

    1511

    Natal

    2512

    Ano-​Novo

    3112

    Ativi­dades Especiais

    Reunião Geral do INEST 2º Semes­tre Letivo 2012

    1103

    Reunião Geral do INEST 1º Semes­tre Letivo 2013

    N.D

    Reunião Geral do INEST 2º Semes­tre Letivo 2013

    N.D

    Cer­imô­nia comem­o­ra­tiva do 1º aniver­sário do INEST

    N.D

    Con­frat­er­niza­ção natalina

    1312

  • Dis­ser­tações defen­di­das — PPGEST

    Dis­ser­tações Defen­di­das


    Em 2010

    1 – Mestrando: Carlos Henrique Teche
    Título: As Transformações nas Forças Armadas Colombianas
    e os Reflexos para os objetivos de Defesa do Brasil na Região
    Amazônica
    Orientador: Profº Dr Severino Cabral Bezerra
    Data de Defesa: 12/03/2010
    Carlos_Henrique_Teche

    2 - Mestranda: Nathalie Torreão Serrão
    Título: Poder Nacional: Um Estudo Exploratório de Avaliação 
    Comparativa, Destacando a Influência do Fator C&T
    Orientador: Profº Dr Waldimir Pirró e Longo
    Co-Orientador: Profº Dr Thomas Ferdinand Heye
    Data de Defesa: 12/03/2010
    Nathalie_Serrao

    3 – Mestrando: Jorge Donetto Junior
    Título: Dissuasão Convencional na América do Sul: O caso da 
    Tríplice Fronteira Venezuela-Brasil-Guiana
    Orientador: Profº Dr Vágner Camilo Alves
    Data: 06/05/2010
    Jorge_Donetto

    4 – Mestrando: Osvaldo Peçanha Caninas
    Título: Intervenção Militar por motivo ecológico: construção 
    Teórica, legitimidade e possíveis desdobramentos na Amazônia
    Brasileira.
    Orientador: Profº Dr Severino Cabral Bezerra
    Data da Defesa: 20/05/2010
    OsvaldoCaninas

    5 – Mestrando: Miguel Patrice Philippe Dhenin
    Título: O Papel das Forças Armadas no planejamento e na 
    Implantação da matriz energética brasileira. Os casos do 
    Petróleo e da energia nuclear
    Orientador: Profº Dr José Carlos Albano do Amarante
    Data da Defesa: 16/11/2010
    MiguelPatriceDhenin


    Em 2011

    6 – Mestrando: José Cimar Rodrigues Pinto
    Título: Relações entre civis e militares: a influência da direita
    Radical entre 1954 e 1964
    Orientador: Profº Dr José Amaral Argolo
    Data da Defesa: 31/05/2011
    Jose_Cimar

    7 – Mestrando: Antonio José Neves de Souza
    Título: A Integração da América do Sul e a Segurança do Brasil
    Orientador: Profº Dr Severino Cabral Bezerra Filho
    Data da Defesa: 21/06/2011
    Antonio_Jose_Neves

    8 – Mestranda: Suhayla Mohamed Khalil Viana
    Título: Da institucionalização à prática: A política externa 
    Brasileira para o Terceiro-Mundo nos anos de 1960
    Orientador: Profº Dr Vágner Camilo Alves
    Data da Defesa: 15/07/2011
    Suhayla_Khalil

    9 – Mestrando: Carlos Alexandre Rezende de Sant`Anna
    Título: O pensamento estratégico brasileiro contemporâneo e a
    Estratégia nacional de defesa – visões sobre o Atlântico Sul
    Orientador: Profº Dr Severino Cabral Bezerra Filho
    Data da Defesa: 26/08/2011
    Carlos_Rezende

    10 – Mestranda: Tatiana Santos Molina
    Título: O arcabouço regulatório da base logística de defesa. 
    Interesses internos, as novas diretrizes brasileiras e a 
    Experiência internacional
    Orientador: Profº Dr Eduardo Siqueira Brick
    Co-orientador: Profº Dr José Amaral Argolo
    Data da Defesa: 01/09/2011
    Tatiana_Molina

    11 – Mestrando: Marcos Valle Machado da Silva
    Título: Os atentados de 11 de setembro de 2001 e o despontar 
    da persuasão neoconservadora no governo George W. Bush
    Orientador: Profº Dr Marcial Alécio Garcia Suarez
    Data da Defesa: 05/09/2011
    Marcos_Valle

    12 – Mestranda: Camila Alves da Costa
    Título: A presença militar estadunidense na América Latina
    Orientador: Profº Manuel Domingos Neto
    Data da Defesa: 15/12/2011
    Camila_Alves_Costa

    13 – Mestrando: João Marcos Macedo Louro
    Título: O cavalo ou o motor: análise do processo de 
    motomecanização no exército brasileiro
    Orientador: Profº Dr Vágner Camilo Alves
    Data da Defesa: 15/12/2011
    Joao_Marcos_Louro





    Em 2012
    14 – Mestrando: Fernando Luz Brancoli
    Título: O Emprego de Companhias Militares Privadas: O Caso 
    da Colômbia (2000 – 2010)
    Orientador: Profº Dr Marcial Alécio Garcia Suarez
    Data da Defesa: 24/01/2012
    Fernando_Brancoli

    15 – Mestrando: Marcelo Rocha Silva
    Título: Base Industrial de Defesa do Brasil: Um Estudo sobre o
    Período de 1970 a 2000
    Orientador: Profº Dr. José Carlos Albano do Amarante
    Co-orientador: Profº Dr Luiz Pedone
    Data da Defesa: 14/03/2012
    Marcelo_Rocha

    16 – Mestrando: Carlos Alberto de Abreu Madeira
    Título: Metodologia para avaliação da base logística de defesa 
    e das políticas públicas relacionadas
    Orientador: Profº Dr Eduardo Siqueira Brick
    Co-orientador: Profº José Amaral Argolo
    Data da Defesa: 15/03/2012
    Carlos_Alberto_Abreu_Madeira

    17 – Mestranda: Graziene Carneiro de Souza
    Título: Responsabilidade de proteger e sua ‘responsabilidade
    de reagir’: nova modalidade de intervenção militar?
    Orientador: Profº Dr Thiago Moreira de Souza Rodrigues
    Data da Defesa: 05/06/2012
    18 – Mestrando: Pedro Henrique Luz Gabriel
    Título: O Pensamento Geopolítico no Brasil:
    as idéias de Meira Mattos e sua influência no Exército Brasileiro
     Orientador: Profº Dr Adriano Freixo
    Data da Defesa: 03/09/2012
     
    19 – Mestrando: Thadeu Luiz Crespo Alves Negrão
    Título: O Exército como Empreendedor de Políticas Públicas:
    o caso da engenharia militar no governo Lula
    Orientador: Profº Dr Luiz Pedone
    Data da Defesa: 26/10/2012
  • Ementa e Bib­li­ografia das dis­ci­plinas opta­ti­vas ref­er­entes à Área de Con­cen­tração II — “Defesa Nacional e Poder Político„

    Ementa e Bib­li­ografia das dis­ci­plinas opta­ti­vas ref­er­entes à Área de Con­cen­tração II — “Defesa Nacional e Poder Político”


    A) – Análise de Políti­cas Públi­cas em Defesa Nacional


    Ementa.
    Políti­cas de Defesa Nacional: antecedentes históri­cos, tran­sição cor­rente e per­spec­ti­vas futuras. Relações entre o público e o pri­vado em defesa nacional.Elaboração de Políti­cas de Defesa Nacional. Processo de for­mu­lação. Atores insti­tu­cionais e agenda de debates. Processo Decisório no Exec­u­tivo e Con­gresso. Relações entre políti­cas públi­cas, var­iáveis estru­tu­rais (inter­esses orga­ni­za­dos, par­tidos, ide­olo­gias) e var­iáveis con­tex­tu­ais (PNB, urban­iza­ção, indus­tri­al­iza­ção). Política Indus­trial e a Defesa. Políti­cas de Ciên­cia, Tec­nolo­gia e Ino­vação para a Defesa. Artic­u­lação de Hélice Trí­plice — Par­tic­i­pação da indús­tria mil­i­tar, Estado e Cen­tros de Pesquisa. Par­tic­i­pação da sociedade civil. Avali­ação e estu­dos de impactos das políti­cas de defesa. Estu­dos e avali­ações da PNE­MEM, PDN 1 , PDN 2, EDN, PDP-​Defesa. Pro­gra­mas e pro­je­tos de desen­volvi­mento de meios de defesa.



    Bib­li­ografia

    AGUILAR, S. L. C. “Políti­cas de Defesa e Orça­men­tos Mil­itares no Cone Sul” in Defesa, Segu­rança Inter­na­cional e Forças Armadas, I Encon­tro da ABED 2007.
    ALMEIDA, Car­los Welling­ton de. “Política de defesa no Brasil: con­sid­er­ações do ponto de vista das políti­cas públi­cas”. Opinião. Pub­lica vol.16, n°.1, Camp­inas Junho. 2010.
    ALSINA JR, João Paulo Soares. Política externa e política de defesa no Brasil: sín­tese imper­feita. Brasília: Câmara dos Dep­uta­dos, Coor­de­nação de Pub­li­cações, 2006.
    BAR­DACH, Eugene. Los Ocho Pasos para el Análi­sis de Políti­cas Públi­cas. Méx­ico: Cen­tro de Doc­u­mentación y Docen­cia Económi­cas, 1998. Tradução de Guide to Pol­icy Analy­sis (eight steps)
    BAZ­ER­MAN, Max – Processo Decisório.
    Rio de Janeiro, Edi­tora Cam­pus, 2004.
    DUNN, W. N., Pub­lic Pol­icy Analy­sis: An Intro­duc­tion, New Jer­sey, Pren­tice Hall, 2003.
    LIND­BLOM, C. E. O Processo de Decisão Política. Brasília: Ed. Univ. de Brasília, 1981.
    FER­NAN­DES, Luis & REBELO, Aldo (orgs). Política de Defesa para o século XXI. Brasília: Câmara dos Dep­uta­dos, 2003.
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima. Os Estu­dos Estratégi­cos. A defesa e a segu­rança inter­na­cional. In Renato Lessa (orga­ni­zador) – Ciên­cia Política. Anpocs, 2010.
    MENEZES, Delano Teix­eira. “A Neces­si­dade de uma Política de Defesa”. Parce­rias Estratég­i­cas, Cen­tro de Estu­dos Estratégi­cos da Sec­re­taria de Assun­tos Estratégi­cos da Presidên­cia da República. F, Vol. 1, n° 1. Brasília, DF, 1998.
    MENEZES, Hen­rique Zeferino de; SCHERMA, Már­cio Augusto; MIYAMOTO, Shiguenolli. “Política Externa e desen­volvi­mento: o Gov­erno Geisel (19741978)”.Revista Política Hoje, Vol. 19, n°1, 2010.
    OLIVEIRA, Eliézer Rizzo de. “Política de defesa nacional e as relações civis-​militares”. Pre­mis­sas (1718), NEE /​UNI­CAMOP, maio 1998.
    PROENÇA JÚNIOR, Domí­cio e DINIZ, Eugênio. A Política de Defesa no Brasil. Brasília: Edi­tora Uni­ver­si­dade de Brasília, 1998.
    VAN METER, Don­ald e Van Horn, Carl (1975) –“The Pol­icy Imple­men­ta­tion Process: a con­cep­tual frame­work” Admin­is­tra­tion and Soci­ety 6: 44588.


    B) – Aquisição de Sis­temas de Defesa


    Ementa.
    Sis­temas de Defesa. Capaci­dades Opera­cionais e Sis­temas de Defesa. O Processo de Apar­el­hamento de Sis­temas de Defesa. Atores envolvi­dos e o seus papéis no processo. Aquisição de Sis­temas de Defesa no con­texto de gestão de capaci­dades opera­cionais e do ciclo de vida de sis­temas. Especi­fi­cação e avali­ação de alter­na­ti­vas de Sis­temas de Defesa. Proces­sos chave e as qual­i­fi­cações, infor­mações e estru­turas orga­ni­za­cionais exigi­das. Con­texto socioe­conômico. Con­texto político nacional. Con­texto inter­na­cional. Arcabouço reg­u­latório. Parce­rias Estratég­i­cas. Mecan­is­mos de Com­pen­sações (off-​sets).



    Bib­li­ografia

    BRICK, E. S. “O Min­istério da Defesa e o Processo de Apar­el­hamento de Sis­temas Téc­ni­cos de Defesa”. Revista Brasileira de Estu­dos Estratégi­cos. Vol. 1 Num. 1, 2009.
    DAU PRO­GRAM. Man­agers Tool Kit.
    Fort Belvoir, USA,.DAU, 2011. 16ª Edição
    DEFENSE ACQUI­SI­TION UNI­VER­SITY, Com­par­a­tive Inter­na­tional Acqui­si­tion, Fort Belvoir, DAU, 1999.
    DEFENSE ENGI­NEER­ING GROUP. “The Defence Sys­tems Engi­neer­ing Hand­book”. Uni­ver­sity Col­lege, Lon­dres, 2002.
    SAL­VADOR, GHELFI RAZA. “Sis­temática Geral de Pro­jeto de Força: Segu­rança, Relações Inter­na­cionais e Tec­nolo­gia” (Tese de doutorado). Uni­ver­si­dade Fed­eral do Rio de Janeiro, COPPE /​UFRJ, Rio de Janeiro. 2000.
    SOREN­SON, David S. The Process and Pol­i­tics of Defense Acqui­si­tion: a Ref­er­ence Hand­book. Ver­são dig­i­tal para Kin­dle (Ama­zon). West­port, CT: Praeger Secu­rity Inter­na­tional, 2009.
    UK MOD. The Acqui­si­tion Hand­book. 4ª Edição. 2002.
    UK MOD. “Con­quer­ing Com­plex­ity Lessons for Defence Sys­tems Acqui­si­tion”. TSO (The Sta­tionery Office), 2005.
    UK MOD. “Defence indus­trial strat­egy: Defence White paper”. TSO (The Sta­tionery Office). 2005.
    USA. Depart­ment of Defense. Defense Acqui­si­tion Uni­ver­sity.


    C) – CT & I para Defesa


    Ementa. Con­ceitos bási­cos sobre CT&I. Histórico da evolução da ciên­cia e da tec­nolo­gia. A ciên­cia mod­erna. As rev­oluções tec­nológ­i­cas. O papel das guer­ras. A atual dinâmica da evolução cien­tí­fica e tec­nológ­ica e seus impactos soci­ais. CT&I e a con­cen­tração do poder. O cenário mundial. Noções de gestão da ino­vação e de pre­visão tec­nológ­ica. Políti­cas de Ciên­cia, Tec­nolo­gia e Ino­vação para a Defesa. Artic­u­lação de Hélice Trí­plice — Par­tic­i­pação da indús­tria mil­i­tar, Estado e Cen­tros de Pesquisa. CT&I no Brasil. Empre­sas: com­por­ta­mento, coop­er­ação e resul­ta­dos. Políti­cas de CT&I para a Defesa.


    Bib­li­ografia

    BITZINGER, Richard A. The Mod­ern Defense Indus­try. Santa Bar­bara, CA: Praeger Secu­rity Inter­na­tional, 2009.
    BRANDÃO, M.P., “Ciên­cia, tec­nolo­gia, ino­vação e a defesa nacional, Parce­rias Estratég­i­cas”, Cen­tro de Gestão e Estu­dos Estratégicos/​MCT, no 20, Parte 2, p.831860, Junho, Brasília 2005).
    BRICK, E.S. “Base Logís­tica de Defesa”. V ENABED, For­t­aleza, 2011.
    HASIK, J. Arms and Inno­va­tion. Entre­pre­neur­ship and aliances in the 21st Cen­tury Defense Indus­try. The Uni­ver­sity of Chicago Press,Chicago, 2008.
    LONGO, W.P., “Impactos do desen­volvi­mento cien­tí­fico e tec­nológico na Defesa Nacional”, em Política, Ciên­cia & Tec­nolo­gia e Defesa Nacional, Coleção UNIFA, p. 2763, Rio de Janeiro, RJ, 2009.
    LONGO, W.P., “Impactos do desen­volvi­mento cien­tí­fico e tec­nológico na Defesa Nacional”, em ROCHA, Már­cio (orga­ni­zador) Política, Ciên­cia & Tec­nolo­gia e Defesa Nacional, ,Rio de Janeiro, UNIFA, RJ, 2009.
    ROCHA, I. “Prospecção tec­nológ­ica, Curso de espe­cial­iza­ção em agentes de ino­vação e difusão tec­nológ­ica”, ABIPTI/​SEBRAE/​CNPq, Brasília (1996).
    O’HANLON, M.E. The Sci­ence of War. Defense Bud­get­ing, Mil­i­tary Tech­nol­ogy, Logis­tics and Com­bat Out­comes. Prince­ton Uni­ver­sity Press, New Jer­sey, USA, 2009.
    SMITH, R. Mil­i­tary Eco­nom­ics.
    The inter­ac­tion of power and Money. Pal­grave Macmil­lan, Lon­don, 2009.


    D) — Cul­tura, mídia, defesa nacional e poder político.


    Ementa.
    Sociedade, cul­tura e civ­i­liza­ção: Adorno, Ben­jamin, Gram­sci. A retórica do pós-​guerra: a Paz sob a força. O caso do Brasil. Cul­tura de Defesa. O século XXI: Mudanças no mapa dos inter­esses econômi­cos, políti­cos e cul­tur­ais: África e sub­con­ti­nente Sul Amer­i­cano. A nova arquite­tura geopolítica e as con­vergên­cias para o Ori­ente Médio. As mídias: uma rev­olução con­ceitual. A temática da Defesa no cotid­i­ano brasileiro. Defesa na mídia durante o régime mil­i­tar e após a democ­ra­ti­za­ção. A importân­cia da cri­ação do Min­istério da Defesa e o surg­i­mento de uma “nova” cul­tura” de defesa. Cul­tura, mídia, defesa nacional e poder político.


    Bib­li­ografia

    ADORNO, T e HORKHEIMER, M. A Dialética do esclarec­i­mento, Rio de Janeiro: Zahar, 1985. ALTHUSSER, L. Idéolo­gie et appareils idéologique d‚État, La Pen­sée, n.151, mai-jun,1970
    ANDER­SON, B. Comu­nidades imag­i­nadas: reflexões sobre a origem e a difusão do nacional­ismo, São Paulo, Cia das Letras, 2008
    BOUR­DIEU, P. Sobre a tele­visão. Rio de Janeiro, Zahar, 1996
    CAN­CLINI, N. Con­sum­i­dores e cidadãos, Rio de Janeiro, Ed. UFRJ,1999
    CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo, Paz e Terra, 1999
    CAS­TRO, C. e LEIRNER, P. Antropolo­gia dos mil­itares: reflexões sobre a pesquisa de campo, Rio de Janeiro, FGV, 2009
    COHEN, B. The Press and For­eign Pol­icy Prince­ton, Prince­ton Uni­ver­sity, 1969
    DELILLO, D. 1987. Ruído branco, São Paulo, Com­pan­hia das Letras, 1987.
    FIGUEIREDO, Mar­cus, et. alli. “Estraté­gias de Per­suasão em Eleições Majoritárias” in Rubens Figueiredo (Org.) Mar­ket­ing Político e Per­suasão Eleitoral, São Paulo, Fun­dação Kon­rad Ade­nauer, 2000.
    FEATH­ER­STONE, Mike.. Cul­tura Global. Edi­tora Com­pan­hia das Letras. São Paulo, 1994.
    FREYER, Hans. Teo­ria da Época Atual. Zahar Edi­tores. Rio de Janeiro, 1965.
    GOFF­MAN, E.. Frame Analy­sis: An Essay on the Orga­ni­za­tion of Expe­ri­ence, Boston, North­east­ern Uni­ver­sity, 1986.
    GRAM­SCI, A. Os int­elec­tu­ais e a orga­ni­za­ção da cul­tura, Rio de Janeiro, Civ­i­liza­ção Brasiliera, 1982
    HABER­MAS, J. La tech­nique et la Sci­ence comme “idéolo­gie”, Paris, Gal­li­mard, 1973
    HALL, S. A iden­ti­dade cul­tural na pós-​modernidade, Rio de Janeiro, DP&A, 2006
    HOB­S­BAWN, E e HENGER, T. A invenção das tradições (org), São Paulo, Paz e Terra, 2008
    HUNT­ING­TON, Samuel P. O choque de civ­i­liza­ções. Ed. Obje­tivo. Rio de Janeiro, 1997.
    KATZ, E. e LAZARFELD, P. Per­sonal influ­ence, New York, The Free Press, 1965
    KUPER, A. Cul­tura: a visão dos antropól­o­gos, Bauru, Edusc, 2002
    MEIROWITZ, J. No Sense of Place: The Impact of Elec­tronic Media on Social Behav­ior. Oxford, Oxford Uni­ver­sity, 1985
    ORTIZ, R. Mundi­al­iza­ção e cul­tura. São Paulo, Brasiliense,1994
    PAIVA, V (org). A atu­al­i­dade da escola de Frank­furt, Rio de Janeiro, IEC, 1996
    Ide­olo­gia e cul­tura mod­erna: teo­ria social crítica na era dos meios de comu­ni­cação de massa. Petrópo­lis, Vozes, 1995
    THOMP­SON, J. B. O escân­dalo político: poder e vis­i­bil­i­dade na era da mídia. Petrópo­lis, Vozes, 2002


    E) — Econo­mia da Defesa


    Ementa. Fun­da­men­tos teóri­cos da econo­mia de defesa; a dimen­são política da econo­mia de defesa; gas­tos públi­cos mil­itares e cresci­mento econômico. A tec­nolo­gia como fator econômico da defesa e segurança.


    Bib­li­ografia

    BRIGAGÃO, Clóvis. O Mer­cado Da Segu­rança: Ensaios Sobre Econo­mia Política de Defesa.
    Rio de Janeiro, Nova Fron­teira, 1984.
    EARLE, Edward Mead. „Adam Smith, Alexan­der Hamil­ton, Friedrich List: The Eco­nomic Foun­da­tions of Mil­i­tary Power.” Mak­ers of Mod­ern Strat­egy. Ed. Peter Paret. Prince­ton: Prince­ton Uni­ver­ity Press, 1986.
    KUSI, New­man Kwadwo. „Eco­nomic Growth and Defense Spend­ing in Devel­op­ing Coun­tries.” Jour­nal of Con­flict Res­o­lu­tion 38.1 (1994): 15259.
    LIM, David. „Another Look at Growth and Defense in Less Devel­oped Coun­tries.” Eco­nomic Devel­op­ment and Cul­tural Change 31.2 (1983): 37784.
    MINTZ, Alex; HUANG, Chi. „Defense Expen­di­tures, Eco­nomic Growth and the „Peace Div­i­dend”.” Amer­i­can Jour­nal of Polit­i­cal Sci­ence 84.4 (1990): 128393.
    MINTZ, Alex; STEVEN­SON, Ran­dolph. „Defense Expen­di­ture, Eco­nomic Growth, and the „Peace Div­i­dend”: A Lon­gi­tu­di­nal Analy­sis of 103 Coun­tries.” The Jour­nal of Con­flict Res­o­lu­tion 39.2 (1995): 283305.
    NEU­MANN, Sig­mund; HAGEN, Mark von. „Engels and Marx on Rev­o­lu­tion, War, and the Army in Soci­ety.” Mak­ers of Mod­ern Strat­egy. Ed. Peter Paret. Prince­ton: Prince­ton Uni­ver­sity Press, 1986.
    RASLER, Jonathan; THOMP­SON, William R. „Defense Bur­den, Cap­i­tal For­ma­tion, and Eco­nomic Growth.” Jour­nal of Con­flict Res­o­lu­tion 32.1 (1988): 6186.
    SAN­DLER, Todd; HART­LEY, Keith. The Eco­nom­ics of Defense. Cam­bridge: Cam­bridge Uni­ver­sity Press„ 1995.
    _​_​_​_​_​_​_​_​_​. The Polit­i­cal Econ­omy of Nato. Past, Present, and into the 21st Cen­tury.
    Cam­bridge: Cam­bridge Uni­ver­sity Press, 1999.
    SMITH, Adam. A Riqueza das Nações. Inves­ti­gação sobre sua natureza e suas causas. Vol. 2. São Paulo: Nova Cul­tural, 1996.
    STEW­ART, Dou­glas. „Eco­nomic Growth and the Defense Bur­den in Africa and Latin Amer­ica: Sim­u­la­tions from a Dynamic Model.” Eco­nomic Devel­op­ment and Cul­tural Change 40.1 (1991): 189207.
    TRED­DENICK, John. „Defense and Eco­nom­ics: Some Issues for the Post Cold War World.”
    The Cana­dian Jour­nal of Eco­nom­ics 29.Special Issue (1996): 64448.


    F) — Forças Armadas e Defesa Nacional


    Ementa.
    Poder aéreo, marí­timo e ter­restre. Mis­sões mil­itares, tare­fas, ameaças e cenários (TAC) e as capaci­dades opera­cionais requeri­das. Relação entre as capaci­dades opera­cionais para as TAC e os sis­temas de defesa. Eficá­cia das oper­ações mil­itares. Impli­cações de CT&I nos assun­tos mil­itares. Armas nucleares e defesa nacional. Guerra irreg­u­lar e defesa nacional. Lei Inter­na­cional e oper­ações mil­itares. Con­venção de Gene­bra e Tri­bunal Inter­na­cional de Justiça. Alianças mil­itares. Orga­ni­za­ção do MD e das FFAA. Estru­tura mil­i­tar de guerra. Estru­turas de comando e con­t­role em tempo de paz e de con­fli­tos. Doutri­nas de emprego das FFAA brasileiras. Oper­ações con­jun­tas. Alianças e/​ou acor­dos mil­itares envol­vendo o Brasil.


    Bib­li­ografia

    BRASIL, Política de Defesa Nacional, 1996.
    BRASIL. Política de Defesa Nacional, 2005.
    BRASIL, Estraté­gia Nacional de Defesa, 2008.
    ESTADO-​MAIOR DO EXÉRCITO, Man­ual de Cam­panha C 1241 - ESTRATÉ­GIA,. 3ª Edição, 2001.
    ESTADO-​MAIOR DO EXÉRCITO, Man­ual de Cam­panha C101-​5, Estado-​Maior e Ordens, 1º e 2º vol­umes, 2ª Edição, 2003.
    MAT­TOS, Car­los Meira. A Geopolítica e a Teo­ria de Fron­teiras, Rio de Janeiro: Bib­liex, 1990.
    PINTO, J.R. de Almeida; ROCHA, A.J. Ramalho da; SILVA, R. Dor­ing Pinho da (orga­ni­zadores). Reflexões sobre Defesa e Segu­rança: uma estraté­gia para o Brasil/​Pen­sa­mento Brasileiro sobre Defesa e Segu­rança. Brasília, Min­istério da Defesa, /​Sec­re­taria de Estu­dos e de Coop­er­ação, 2004. Vol­ume 1.
    PINTO, J.R. de Almeida; ROCHA, A.J. Ramalho da; SILVA, R. Dor­ing Pinho da (orga­ni­zadores). Reflexões sobre Defesa e Segu­rança: uma estraté­gia para o Brasil/​Pen­sa­mento Brasileiro sobre Defesa e Segu­rança. Brasília, Min­istério da Defesa, /​Sec­re­taria de Estu­dos e de Coop­er­ação, 2004. Vol­ume 2.
    WRIGHT, Quincy. Guerra, Rio de Janeiro: Bib­liex, 1988.


    G) — Indús­tria da Defesa


    Ementa -
    História da indús­tria de defesa no Brasil – dos Arse­nais aos dias de hoje. Relações público-​privadas na indús­tria de defesa brasileira. Trans­fer­ên­cia de tec­nolo­gia e indús­tria de defesa nacional. Comér­cio exte­rior e indús­tria de defesa. Razões da ascen­são e declínio do setor no país. Con­strução auto­mo­tora, aeronáu­tica e marí­tima no Brasil. Indús­tria de armas leves brasileira. Pesquisa nuclear no Brasil.


    Bib­li­ografia

    ANDRADE, Roberto Pereira de. A con­strução aeronáu­tica no Brasil, 19101976. São Paulo: Edi­tora Brasiliense, 1976.
    BRIGAGÃO, Clóvis. O mer­cado da segu­rança: Ensaios sobre econo­mia política da defesa.
    Rio de Janeiro: Edi­tora Nova Fron­teira, 1984.
    CONCA, Ken. Man­u­fac­tur­ing Inse­cu­rity: The Rise and Fall of Brazil’s Military-​Industrial Com­plex.
    Boul­der, CO, Lynne Rien­ner Pub­lish­ers, 1997.
    COSTA, Nadin Fer­reira da. “A indus­tria brasileira de mate­r­ial de defesa: prin­ci­pais óbices”, in Revista da Escola Supe­rior de Guerra, vol. 13, n.º 37, 1998.
    COSTA, Thomaz Guedes da „A indús­tria de mate­r­ial bélico no Brasil,” in A Defesa Nacional, Lis­boa, 703, 1982.
    COSTA FILHO, Edmil­son. Política espa­cial brasileira: a política cien­tí­fica e tec­nológ­ica no setor aeroe­s­pa­cial brasileiro. Rio de Janeiro: Revan, 2002.
    DREY­FUS, Pablo et al. “A indús­tria brasileira de armas leves e de pequeno porte: pro­dução legal e comér­cio” in Rubem César Fer­nan­des (org.). Brasil: as armas e as víti­mas. Rio de Janeiro: 7 letras, 2005.
    FRANCO-​JONES, Patrice. The Brazil­ian Defense Indus­try: A Case Study of Public-​Private Col­lab­o­ra­tion. Boul­der, Col­orado: West­view Press, 1992.
    MAL­HEIROS, Tania. Brasil, a bomba oculta: O pro­grama nuclear brasileiro. Rio de Janeiro: Gry­phus, 1993.
    PINTO DE ALMEIDA, Rocha, RAMALHO, A. J. da Silva, DOR­ING PINHO, R e (orgs.). As Forças Armadas e o desen­volvi­mento Cien­tí­fico e Tec­nológico do País – Pen­sa­mento sobre Defesa e Segu­rança, vol. 3. Brasília: Min­istério da Defesa, 2004.
    ROSA, Luiz Pinguelli. A política nuclear e o cam­inho das armas atómi­cas. Rio de Janeiro: Zahar Edi­tores, 1985.
    SARAIVA, José Dru­mond “Indús­tria brasileira de arma­men­tos: reflexão sobre novos rumos” in Pre­mis­sas, caderno 2, 1992.


    H) — Logís­tica de Defesa

    Ementa. Poder, segu­rança e desen­volvi­mento econômico e social. Logís­tica. Logís­tica de Defesa. Base Indus­trial de Defesa. Sis­tema de CT&I para Defesa. Inteligên­cia para Defesa. Mobi­liza­ção para Defesa. Finan­cia­mento da Defesa. Marco Reg­u­latório para Defesa. A Base Logís­tica de Defesa Brasileira. Os par­a­dig­mas de con­fli­tos e seu impacto na logís­tica de defesa. Con­fli­tos do século XXI, rev­olução nos assun­tos mil­itares, pro­du­tos de uso dual e a nova logís­tica de defesa.


    Bib­li­ografia

    BITZINGER, Richard A. The Mod­ern Defense Indus­try. Santa Bar­bara, CA: Praeger Secu­rity Inter­na­tional, 2009.
    BRANDÃO, M.P., “Ciên­cia, tec­nolo­gia, ino­vação e a defesa nacional, Parce­rias Estratég­i­cas”, Cen­tro de Gestão e Estu­dos Estratégicos/​MCT, no 20, Parte 2, p.831860, Junho, Brasília 2005)
    BRICK, E.S. “Base Logís­tica de Defesa”. V ENABED, For­t­aleza, 2011.
    FONTANEL, J., Edi­tor. L’effort economique de defense: France et Royaume-​Uni.
    SDESI, Greno­ble, 1985.
    GROP­MAN, A.L. Mobi­liz­ing US Indus­try in WW II. Insti­tute for National Strate­gic Stud­ies. Defense Uni­ver­sity. USA, 1996.
    HASIK, J. Arms and Inno­va­tion. Entre­pre­neur­ship and aliances in the 21st Cen­tury Defense Indus­try. The Uni­ver­sity of Chicago Press,Chicago, 2008.
    LONGO, W.P., “Impactos do desen­volvi­mento cien­tí­fico e tec­nológico na Defesa Nacional”, em Política, Ciên­cia & Tec­nolo­gia e Defesa Nacional, Coleção UNIFA, p. 2763, Rio de Janeiro, RJ, 2009.
    LONGO, W.P., “Impactos do desen­volvi­mento cien­tí­fico e tec­nológico na Defesa Nacional”, em ROCHA, Már­cio (orga­ni­zador) Política, Ciên­cia & Tec­nolo­gia e Defesa Nacional, ,Rio de Janeiro, UNIFA, RJ, 2009.
    MIN­ISTÉRIO DA DEFESA E MIN­ISTÉRIO DA CIÊN­CIA E TEC­NOLO­GIA “Con­cepção Estratég­ica: Ciência,Tecnologia e Ino­vação de Inter­esse da Defesa Nacional”, Brasília, MD/​MCT, 2003.
    O’HANLON, M.E. The Sci­ence of War. Defense Bud­get­ing, Mil­i­tary Tech­nol­ogy, Logis­tics and Com­bat Out­comes. New Jer­sey, USA, Prince­ton Uni­ver­sity Press, 2009.
    ROCHA, I. “Prospecção tec­nológ­ica, Curso de espe­cial­iza­ção em agentes de ino­vação e difusão tec­nológ­ica”, ABIPTI/​SEBRAE/​CNPq, Brasília (1996).
    SAN­DLER, T. E HART­LEY, K. The eco­nom­ics of defense. Cam­bridge Cam­bridge, Uni­ver­sity Press, 1995.
    SMITH, D. The eco­nom­ics of mil­i­tarism. Lon­don, Pluto Press, 1983.
    SMITH, R. Mil­i­tary Eco­nom­ics. The inter­ac­tion of power and Money. Pal­grave Macmil­lan, Lon­don, 2009.
    THORPE’S, G. C. Pure Logistics.The Sci­ence of War Prepa­ra­tion.
    National Defense Uni­ver­sity Press. 3rd Edi­tion. 1986.

    I) — Tópi­cos Espe­ci­ais em Estu­dos Estratégi­cos II

    Ementa.
    Dis­ci­plina reg­u­lar disponi­bi­lizada para pro­postas de curso ino­vado­ras, com con­teúdo não enquadrado nas emen­tas existentes.

  • Ementa e Bib­li­ografia das dis­ci­plinas opta­ti­vas ref­er­entes à Área de Con­cen­tração I — “Teo­ria e análise de relações inter­na­cionais e de segu­rança internacional”

    Ementa e Bib­li­ografia das dis­ci­plinas opta­ti­vas ref­er­entes à Área de Con­cen­tração I — “Teo­ria e análise de relações inter­na­cionais e de segu­rança inter­na­cional”



    A) — Defesa Nacional



    Ementa.
    Defesa Nacional: con­ceito e prática. Defesa e segu­rança. Pres­su­pos­tos da Defesa Nacional. Cul­tura de defesa. Cul­tura Estratég­ica. Segu­rança nacional, segu­rança interna, segu­rança pública e segu­rança inter­na­cional. Dis­suasão. Plane­ja­mento estratégico. Estraté­gia de Defesa e Estraté­gia de Estado. Desen­volvi­mento econômico e per­fil político– estratégico. Desafios estratégi­cos brasileiros.



    Bib­li­ografia

    ALMEIDA, Paulo Roberto de. “Estraté­gia Nacional de Defesa e a Una­sul: afinidades pouco ele­ti­vas”. Texto apre­sen­tado no V Encon­tro Nacional da Asso­ci­ação Brasileira de Estu­dos da Defesa, UNB, julho de 2010.
    AGUIL­LAR, Sér­gio Luiz Cruz, Segu­rança e Defesa no Cone Sul: da rival­i­dade da Guerra Fria à coop­er­ação atual. São Paulo, Edi­tora: Porto de Idéias 2010.
    BRIGAGÃO, Clóvis e PROENÇA Jr., Domí­cio (orgs.). Con­cer­tação múlti­pla: inserção inter­na­cional de segu­rança do Brasil. Rio de Janeiro: Fran­cisco Alves, 2002.
    BRIGAGÃO, Clóvis e PROENÇA Jr., Domí­cio (orgs.). Panorama brasileiro de paz e segu­rança. Rio deJaneiro: Hucitec, 2004.
    COUTAU-​BÉGARIE, Hervé. Traité de stratégie. Paris: Eco­nom­ica, 2003.
    ARAÚJO, Maria Celina e CAS­TRO, Celso (org.). Defesa, segu­rança inter­na­cional e Forças Armadas: tex­tos sele­ciona­dos do Primeiro Encon­tro Nacional da Asso­ci­ação Brasileira de Estu­dos de Defesa (Abed) 2007 (UFS­Car). Camp­inas: Mer­cado de Letras, 2008.
    DOMIN­GOS NETO, Manuel — “Defesa e Segu­rança como área de con­hec­i­mento cien­tí­fico”. Ten­sões Mundi­ais. Revista do Obser­vatório das Nacional­i­dades. v. 2, n. 3. (jul./dez. 2006). For­t­aleza, Obser­vatório das Nacional­i­dades, 2006.
    FERES Júnior, João. A história do con­ceito de “latin amer­ica” nos Esta­dos Unidos. Bauru; São Paulo: Edusc /​Anpocs, 2005.
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima. “Os Estu­dos Estratégi­cos, a Defesa Nacional e a Segu­rança Inter­na­cional” in, Lessa, Renato (orga­ni­zador), Hor­i­zontes das Ciên­cias Soci­ais no Brasil (Ciên­cia Política), São Paulo, Anpocs/​Editora Bar­carolla /​Discurso Editorial/​ICH, 2010.
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima. “A pro­dução do con­hec­i­mento: Poder, Política e Defesa Nacional” in A Defesa Nacional, ROCHA, Már­cio (orga­ni­zador), Rio de Janeiro, UNIFA, 2009.
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima. “Glob­al­iza­ção, Neolib­er­al­ismo e Estraté­gia de Poder: Os Jogos não Estão Feitos”, in San­tos, Theoto­nio (coor­de­nador) Os impasses da globalização,III Rio de Janeiro/​São Paulo, Edi­tora PUC-​Rio/​Edições Loy­ola, 2005.
    GUIMARÃES, Samuel Pin­heiro. Desafios Brasileiros na Era dos Gigantes. Rio de Janeiro, Con­traponto, 2005.
    JOBIM, Nel­son; ETCHEGOYN, Sér­gio, ALSINA JR., João Paulo (orgs). Segu­rança Inter­na­cional – Per­spec­ti­vas Brasileiras. Rio de Janeiro, Fun­dação Getúlio Var­gas, 2010.
    LAFER, Celso. Iden­ti­dade Inter­na­cional do Brasil e a política externa brasileira. São Paulo: Per­spec­tiva, 2001.
    MAR­TINS FILHO, J. R. (Org.) O golpe de 1964 e o régime mil­i­tar: novas per­spec­ti­vas. São Car­los: EDUF­S­Car, 2006. v. 1.
    OLIVEIRA, Eliézer Rizzo de. Democ­ra­cia e defesa nacional: a cri­ação do Min­istério da Defesa na presidên­cia de FHC. Barueri, SP: Ed. Manole, 2005.
    OLIVEIRA, Eliézer Rizzo de. “A Estraté­gia Nacional de Defesa e a Reor­ga­ni­za­ção e Trans­for­mação das Forças Armadas” in Inter­esse Nacional – abril/​junho 2009 (pp. 7183).
    PINTO, J. R. de Almeida; ROCHA, A. J. Ramalho; SILVA, R. Dor­ing Pinho da (orgs.). Reflexões sobre defesa e segu­rança: uma estraté­gia para o Brasil. V. 1, 2, 3 e 4. Brasília: Min­istério da Defesa, Sec­re­taria de Estu­dos e de Coop­er­ação, 2004.
    SOARES, Samuel Alves; MATH­IAS, Suze­ley Kalil (Org.). Novas ameaças: dimen­sões e per­spec­ti­vas (Desafios para a coop­er­ação em defesa entre Brasil e Argentina). São Paulo: Sicurezza, 2003.
    SVART­MAN, Eduardo et al. (Org.). Defesa, segu­rança inter­na­cional e Forças Armadas: tex­tos sele­ciona­dos do Segundo Encon­tro Nacional da Asso­ci­ação Brasileira de Estu­dos de Defesa (ABED): 2008 (UFF). Camp­inas: Mer­cado de Letras, 2009.

    B) — Econo­mia Política dos Estu­dos Estratégicos



    Ementa.
    Estu­dos Estratégi­cos e a for­mação social con­tem­porânea. A pro­dução do con­hec­i­mento na área da defesa e da segu­rança inter­na­cional no cap­i­tal­ismo dos sécu­los XX e XXI. . Cen­tro hegemônico, per­ife­ria e semi-​periferia e a con­for­mação do pen­sa­mento estratégico. Sis­tema Mundial, sua origem e desen­volvi­mento. A Rev­olução Científico-​Tecnológica os sis­temas de defesa. Mudança tec­nológ­ica e econo­mia Mundial. Crises Econômi­cas, crises Estru­tu­rais e ondas lon­gas e desen­volvi­mento: os cam­in­hos da defesa e segu­rança em âmbito mundial.



    Bib­li­ografia

    ARRIGHI, Gio­vanni. A ilusão do Desen­volvi­mento. Petrópo­lis, Vozes, 1997.
    ARRIGHI, Gio­vanni. O Longo Século XX, Rio de Janeiro: Con­traponto; São Paulo: Edi­tora UNESP, 1996.
    ARRIGHI, Gio­vanni e SIL­VER, Bev­erly. Chaos and Gov­er­nance in the Mod­ern World Sys­tem. Mineapo­lis and Lon­don, Uni­ver­sity of Min­nesota Press, 1999.
    BUZAN, Barry e HER­RING, Eric. The Arms Dynam­ics in World Pol­i­tics. Lon­don: Lynne Rien­ner Pub­lish­ers, 1998.
    DREI­FUSS, René. A Época das Per­plex­i­dades (Mundi­al­iza­ção, Glob­al­iza­ção e Plan­e­ta­riza­ção: Novos Desafios). Petrópo­lis: Vozes, 1997.
    DREI­FUSS, René. Trans­for­mações: Matrizes do Século XXI, (Com­ple­men­tos de Estrella Bohadana, Petrópo­lis, Vozes, 2004).
    FRANK, A. Gun­der– ReOri­ent: Global Econ­omy in the Asian Age. Berke­ley. Los Ange­les and Lon­don, Uni­ver­sity of Cal­i­for­nia Press, 1998.
    HOB­S­BAWN, Eric– A Era dos Extremos.
    São Paulo: Cia. das Letras, 1995.
    IANNI, Otávio– A Era do Glob­al­ismo. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Civ­i­liza­ção Brasileira, 1996
    SAN­DLER, T. E HART­LEY, K. The eco­nom­ics of defense. Cam­bridge Cam­bridge, Uni­ver­sity Press, 1995.
    SAN­TOS, Theoto­nio (Coor­de­nação.) Hege­mo­nia e Contra-​hegemonia: Glob­al­iza­cão, Dimen­sões e Alter­na­ti­vas, Rio de Janeiro, Edit. PUC; São Paulo, Loy­ola, 2004
    SAN­TOS, Theoto­nio (coor­de­nação). Os Impasses da Glob­al­iza­ção (Hege­mo­nia e Contra-​Hegemonia), Rio de Janeiro, Edit. PUC; São Paulo, Loy­ola, 2003.
    SAN­TOS, Theoto­nio. Econo­mia Mundial, Inte­gração Lati­noamer­i­cana. Lima, Edi­tora da Der­rama Mag­is­te­r­ial, 2010 (Nova edição cor­rigida e ampli­ada)..
    SAN­TOS, Theoto­nio. A Teo­ria da Dependên­cia: Bal­anço e Per­spec­ti­vas – Ed. Civ­i­liza­ção Brasileira, Rio de Janeiro, 2000. Edição em castel­hano: Plaza & Janés, Méx­ico, 2002, Edi­to­r­ial Sudamer­i­cana, Buenos Aires, 2004. Edição em man­darim pela Acad­e­mia de Cien­cias Soci­ais da China (2003).
    SAN­TOS, Theoto­nio. Do Ter­ror à Esper­ança – Auge e Decadên­cia do Neolib­er­al­ismo. Idéias & Letras, Apare­cida, 2002. Edição em espan­hol: Monte Ávila, Cara­cas, 2008. Tradução chi­nesa, Pequim, Edi­tora da Acad­e­mia de Ciên­cias Soci­ais da China, 2009. .
    SEG­R­ERA, Fran­cisco López (orga­ni­zador). Los Retos de la Glob­al­ización (Ensayos em Hom­e­naje a Theoto­nio dos San­tos), Cara­cas /​Lima, Peru­mundo /​UNESCO, 1999.
    Vol­umes 1 e 2.
    SMITH, D. The eco­nom­ics of mil­i­tarism. Lon­don, Pluto Press, 1983.
    SMITH, R. Mil­i­tary Eco­nom­ics. The inter­ac­tion of power and Money.
    Lon­don, Pal­grave Macmil­lan, 2009.



    C) — Estu­dos Estratégi­cos no Mundo Contemporâneo



    Ementa.
    Relações Inter­na­cionais e os Estu­dos Estratégi­cos: con­vergên­cias e divergên­cias. Estu­dos Estratégi­cos: teo­rias mod­er­nas e con­tem­porâneas. As condições da guerra e da paz. O papel das Forças Armadas em tempo de paz e nas situ­ações de con­flito. O Estado e o processo de tomada decisão da for­mu­lação estratég­ica. Defesa nacional e segu­rança internacional.



    Bib­li­ografia

    ARKIN, William M. The inter­net and strate­gic stud­ies. Bal­ti­more: John Hop­kins Uni­ver­sity, Cen­ter for Strate­gic Edu­ca­tion, 1998.
    ARON, Ray­mond. Paz e Guerra entre as Nações. Brasília: Edi­tora Uni­ver­si­dade de Brasília, 2002 (edição orig­i­nal de 1962).
    BAYLIS, J.; WIRTZ, J. Strat­egy in the con­tem­po­rary world. Oxford: Oxford Uni­ver­sity Press, 2002.
    BAYLIS, J & SMITH, Steve H. The Glob­al­i­sa­tion and World Pol­i­tics– An Intro­duc­tion to Inter­na­tional Rela­tions, Oxford, Oxford Uni­ver­sity Press, 1998.
    BRAIL­LARD, Phillip– Teo­rias das Relações Inter­na­cionais, Lis­boa, Fun­dação Calouste Kul­bekian, 1990.
    CLAUSE­WITZ, Claus von - Da Guerra, São Paulo, Mar­tins Fontes, 2003 (2ª edição, 2ª tiragem).
    DEUTSCH, Karl– Análise das Relações Inter­na­cionais, Brasília, UnB,1982.
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima — “Glob­al­iza­ção, Neolib­er­al­ismo e Estraté­gia do Poder: os Jogos não Estão Feitos” in San­tos, Theoto­nio (org.) Hege­mo­nia e Contra-​hegemonia: Glob­al­iza­ção, Dimen­sões e Alter­na­ti­vas, Rio de Janeiro, Ed.Puc/São Paulo Edições Loy­ola, 2004.
    HOP­KINS, Ter­ence & Waller­stein, I. (eds.) The Age of Tran­si­tion; Tra­jec­tory of the World Sys­tem (1945÷2025),Lon­don, Zed Books, 1998.
    GRAY, S.Murray– Strate­gic Stud­ies: A Crit­i­cal Ass­es­ment Lon­don, Ald­wych, 1982.
    KNUTSEN,Torbjörn L.- A His­tory of Inter­na­tional Rela­tions The­ory. Man­ches­ter, Man­ches­ter Uni­ver­sity Press,1992.
    PARET, Peter (ed.)- Mak­ers of Mod­ern Strat­egy: from Machi­avelli to the Nuclear Age, Prince­ton, Prince­ton Uni­ver­sity Press, 1986.


    D) — Insti­tu­ições e Orga­ni­za­ções Militares.



    Ementa.
    Esta­mento, “classe” e cor­po­ração mil­i­tar. A for­mação mil­i­tar. A social­iza­ção mil­i­tar. A mente mil­i­tar. Insti­tu­ições e orga­ni­za­ções mil­itares. Os mil­itares e a con­strução das nações. Forças armadas e sociedade. Mil­itares e regimes políti­cos. História das orga­ni­za­ções mil­itares no Brasil. Exército, Mar­inha, Força Aérea e Min­istério da Defesa. O papel interno das orga­ni­za­ções mil­itares. O Exército na política. As Forças Armas brasileiras e as guer­ras do século 20. Cri­ação e implan­tação do Min­istério da Defesa.



    Bib­li­ografia

    ALVES, Vágner Camilo. Da Itália à Coréia: decisões sobre ir ou não à guerra. Belo Hor­i­zonte, Edi­tora UFMG; Rio de Janeiro: IUPERJ, 2007.
    CAR­VALHO, José Murilo de, “Forças Armadas na Primeira República: o poder deses­ta­bi­lizador”, in História Geral da Civ­i­liza­ção Brasileira, São Paulo, Dif­fel, 1977.
    CAS­TRO, Celso. O Espírito Mil­i­tar. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Edi­tores, 1990.
    CAS­TRO, Celso e LEIRNER, Piero. Antropolo­gia dos Mil­itares, Rio de Janeiro, FGV Edi­tora, 2009.
    COELHO, Edmundo Cam­pos. Em Busca de Iden­ti­dade: o Exército e a Política na Sociedade Brasileira. Rio de Janeiro: Forense, 1976.
    D’ARAUJO, Maria Celina. Mil­itares, Democ­ra­cia e Desen­volvi­mento. Rio de Janeiro, FGV Edi­tora, 2011.
    DARAUJO, Maria Celina e CAS­TRO, Celso. Democ­ra­cia e Forças Armadas no Cone Sul. Rio de Janeiro, FGV Edi­tora, 2000.
    DREI­FUSS, René Armand, 1964: A Con­quista do Estado (Ação Política, Poder e Golpe de Classe). Petrópo­lis, Vozes, 1981.
    DOMIN­GOS NETO, Manuel. Influên­cia Estrangeira na For­mação de gru­pos e Tendên­cias no Exército, in Par­tidos Mil­itares no Brasil, org. Alain Rouquié, Rio de Janeiro, Ed. Record, 1992.
    DOMIN­GOS NETO, Manuel “O Mil­i­tar e a Civ­i­liza­ção”, in Ten­sões Mundi­ais, V. 1, n.1, For­t­aleza, 2005.
    DOMIN­GOS NETO, Manuel (orga­ni­zador). Os Mil­itares e a Ciên­cia. Rio de Janeiro, Gramma, 2010.
    FAUSTO, Boris. O pen­sa­mento nacional­ista autoritário, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Edi­tor, 2001.
    FER­REIRA, Oliveiros S. Vida e Morte do Par­tido Far­dado. São Paulo, Edi­tora SENAC, 2000.
    FICO, Car­los. Além do Golpe (Ver­sões e Con­tro­vér­sias sobre 1964 ea Ditadura Mil­i­tar), São Paulo, Record, 2004.
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima (orga­ni­zador). Os Mil­itares e a Rev­olução de 30, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1979.
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima. Os Mil­itares e a Democ­ra­cia, Rio de Janeiro, Graal, 1980.
    HUNTIG­TON, Samuel P. The Sol­dier and the State, New York, Vin­tage Books, 1957.
    JANOWITZ, Mor­ris The Mil­i­tary in the Polit­i­cal Devel­op­mento of New Nations: an Essay in Com­par­a­tive Analy­sis. Chicago, Chicago Uni­ver­sity Press, 1964.
    JOHN­SON, John J. The Mil­i­tary and Soci­ety in Latin América, Stan­ford, Stan­ford Uni­ver­sity Press, 1964.
    MATH­IAS, Suze­ley Kalil. A Mil­i­ta­riza­ção da Buro­c­ra­cia. São Paulo, UNE­SPP, 2004.
    McCANN, Frank D. Sol­da­dos da Pátria, História do Exército Brasileiro, São Paulo, Com­pan­hia das Letras, 2007.
    MENEZES, Delano Teix­eira. O Mil­i­tar e o Diplo­mata. Rio de Janeiro, Bib­liex, 1997.
    OLIVEIRA, Eliézer Rizzo. Democ­ra­cia e Defesa Nacional. Barueri, SP, Manole, 2005.
    SAINT-​PIERRE, Héc­tor Luis. Con­t­role civil sobre os mil­itares e política de defesa na Argentina, no Brasil, no Chile e no Uruguai. São Paulo, Edi­tora UNESP, 2007.
    SCHULZ, John, Exército na política – Ori­gens da inter­venção mil­i­tar: 18501894, São Paulo, Edusp, 1994.
    SOARES, Samuel Alves. Con­troles e Autono­mia. As Forças Armadas e o sis­tema político brasileiro (1974 /​1999). São Paulo, Edi­tora UBNESP, 2006.
    SODRÉ, Nel­son Wer­neck, História Mil­i­tar do Brasil, Rio de Janeiro, Civ­i­liza­ção Brasileira, 1968.
    STEPAN, Alfred. Os Mil­itares na Política. Rio de Janeiro, Edi­tora Arte Nova, 1975.
    STEPAN, Alfred. Rethinkng Mil­iary Pol­i­tics (Brazil and the South­ern Cone). Prince­ton, Prince­ton Uni­ver­sity Press, 1988.
    VIDI­GAL, Armando Amorim Fer­reira. A Evolução do Pen­sa­mento Estratégico Naval Brasileiro. Rio de Janeiro, Bib­liex, 1985.


    E) – Geopolítica



    Ementa
    . Fun­da­men­tos teóri­cos da Geopolítica. Estudo das condições de pos­si­bil­i­dade do aparec­i­mento e da existên­cia da Geopolítica como dis­ci­plina teórica e do seu Impacto sobre a Teo­ria e a prática do Poder Mundial. Ori­gens históri­cas do Sis­tema de Poder Mundial. Ele­men­tos para visão global do segundo milênio a par­tir da con­strução histórica do “Euro­mundo”. O Poder e a Ordem Mundial Con­tem­porânea. Teo­ria do Poder Mundial e o Processo de emergên­cia do Megaes­tado no Século XXI. Geopolítica do Brasil e a ordem mundial con­tem­porânea. O megaes­tado brasileiro e o futuro da globalização.



    Bib­li­ografia:

    BACK­HEUSER, Ever­ardo. A Geopo­lit­ica Geral e do Brasil. Rio de Janeiro, Bib­lioteca do Exercito, 1952.
    BRZEZIN­SKI, Zbig­niew. O Grande Desafio: EUA e URSS. Rio de Janeiro, Nórdica, 1988.
    BRZEZIN­SKI, Zbig­niew. The Grand Chess­board. New York, Basic Books, 1997.
    CABRAL, Sev­erino.
    Brasil Megaes­tado. Rio de Janeiro, Con­traponto /​Faperj, 2004.
    CHA­CON, Vamireh. A Grande Ibéria: Con­vergên­cias e Divergên­cias de Uma Tendên­cia. São Paulo, Unesp, 2005.
    COUTO E SILVA, Gol­bery do. Geopolítica e Poder.
    Rio de Janeiro, Uni­ver­ci­dade, 2003.
    DEMKO, George & WOOD, William (eds.). Reorder­ing the World– Geopo­lit­i­cal Per­spec­tives on the 21st Cen­tury. Boul­der, West­view Press, 1999.
    HUNT­ING­TON, Samuel. The Clash of Civ­i­liza­tions and the Remak­ing of World Order.
    New York, Simon & Shus­ter, 1996.
    HUNT­ING­TON, Samuel. A Super­potên­cia Solitária. Polit­ica Externa. Sao Paulo, V 8, 4, 2000.
    HUNT­ING­TON, Samuel. Who Are We? The Chal­lenges to America‘S National Iden­tity. New York, Basic Books, 2004.
    KISSINGER, Henry Diplo­macy. New York, Simon & Shus­ter, 1994.
    Mackinder, Hal­ford J. Demo­c­ra­tic Ideals and Real­ity; a Study in the Pol­i­tics of Recon­struc­ton (and oth­ers essays). Wash­ing­ton, National Defense Uni­ver­sity Press, 2000.
    MAHAN, Alfred T. The Influ­ence of Sea Power.
    Upon His­tory, 16601783. Boston, Dover, 1987.
    MALA­GRIDA, Carlo Badia. El Fac­tor Geografico en la Política Sudamer­i­cana. Madrid, Esta­b­elec­i­mento Tipográ­fico Jaime Ratés, 1919.
    MEIRA MAT­TOS, Car­los de. Brasil, Geopolítica e Des­tino. Rio De Janeiro, José Olym­pio, 1975.
    MEIRA MAT­TOS, Car­los de. Geopolítica e Trópi­cos. Rio De Janeiro, Bib­lioteca Do Exercito, 1984.
    MEIRA MAT­TOS, Car­los de. Geopolítica e Mod­ernidade. Rio De Janeiro, Bib­lioteca Do Exercito, 2002.
    PINOCHET Augusto Ugarte. Geopolítica. San­ti­ago, Edi­to­r­ial Andrés Bello, 1984.
    RATZEL, Friedrich. Tex­tos. (Coleção Grandes Cien­tis­tas Soci­ais).
    São Paulo, Edi­tora Ática, 1990.
    SPROUT, Harold & Mar­gareth. Toward a Pol­i­tics of the Planet Earth. New York, Van Nos­trand Rein­hol Com­pany, 1971.
    SPYK­MAN, Nicholas J. The Geog­ra­phy of the Peace.
    New York, Har­court Brace, 1944.


    F) — Defesa e Segu­rança: Brasil



    Ementa.
    Da Política Externa Desen­volvi­men­tista à Política externa Inde­pen­dente (19511964). Segu­rança e Desen­volvi­mento no Régime mil­i­tar: Brasil Potên­cia (1964÷1979). Aber­tura política, resistên­cia democrática e a crise do Pro­jeto do Brasil (1979/1990).Longo inter­valo: o País em busca de um pro­jeto. O papel das Forças Armadas no con­texto de um pro­jeto político para o Brasil. Reação ou deriva: Glob­al­iza­ção, Mer­co­sul, Alca. Crises dos par­a­dig­mas de desen­volvi­mento, defesa, segu­rança e diplo­ma­cia. Bases para uma política de defesa nacional. Estraté­gia de Estado: entre alianças hegemôni­cas e alianças contra-​hegemônicas.


    Bib­li­ografia

    ALBU­QUERQUE, José Guil­hon (org.). Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (19301990). São Paulo, Cultura/​Núcleo de Pesquisa em Relações Inter­na­cionais da USP, 19962000.
    ALMEIDA, Paulo Roberto de. Relações Inter­na­cionais e Política Externa do Brasil, Porto Alegre,Ed. da Universidade/UFRJ,1998.
    CAM­POS, Iris Walkiria. “Defesa Nacional” in FIGUEIREDO JR, José de Lima e LAM­OUNIER, Boli­var (ors.) A Era FHC, São Paulo, Cul­tura Edi­tores Asso­ci­a­dos, 2002.
    CERVO, Amado Luiz (org). O Desafio Inter­na­cional: a Política Exte­rior do Brasil de 1930 a nos­sos Dias,Brasília,Ed.Unb,1994.
    CERVO, Amado Luiz & Dias, Clodoaldo (orgs.). História da Política Exte­rior no Brasil, Brasília, UnB edição atu­al­izada, 2002.
    DUPAS, Gilberto. O Brasil e as Novas Dimen­sões da Segu­rança Inter­na­cional. São Paulo, Alfa-​ômega, 1999.
    FLO­RES, Mário César. Reflexões Estratég­i­cas– Repen­sando a Defesa Nacional, São Paulo, Edi­tora É Real­iza­ções, 2002.
    GUIMARÃES, Samuel Pin­heiro. Quin­hen­tos Anos de Per­ife­ria. Rio de Janeiro, Contraponto,1999.
    GUIMARÃES, Samuel Pin­heiro. Desafios Brasileiros na Era dos Gigantes. Rio de Janeiro, Con­traponto, 2005.
    OLIVEIRA, Eliézer Rizzo (orga­ni­zador). Segu­rança & Defesa Nacional. Fun­dação Memo­r­ial da América Latina, 2007.
    VIZEN­TINI, Paulo Fagun­des – Relações Inter­na­cionais do Brasil, de Var­gas a Lula, São Paulo, Edi­tora Fun­dação Perseu Abramo, 2003.


    G) — Defesa e Segu­rança: América Latina



    Ementa.
    O Con­ti­nente den­tro de outro con­ti­nente: o Brasil na América do Sul. Política nacional e inter­na­cional: descom­pas­sos e sin­to­nias. Brasil, EE.UU., o bloco latino-​americano: o Mer­co­sul, e a ALCA. Política de defesa, segu­rança e desen­volvi­mento: A inserção brasileira no con­texto da sociedade inter­na­cional­izada. O apoio das Forças Armadas à política externa brasileira. A estraté­gia do poder e as pre­ten­sões inter­na­cionais do Brasil na América Latina. Entre as alianças hegemôni­cas e contra-​hegemônicas e os cam­in­hos nacionais brasileiros.



    Bib­li­ografia

    ALBU­QUERQUE, José Guil­lon (org.)- ALCA: Relações Inter­na­cionais e sua Con­strução Jurídica, São Paulo, FTD, 1998.
    CAS­TAÑEDA, Jorge A Utopia Desar­mada (Intri­gas, Dile­mas e Promes­sas da Esquerda Latino-​Americana, São Paulo, Com­pan­hia das Letras, 1994).
    LAFER, Celso. Comér­cio, Desar­ma­mento, Dire­itos Humanos. Reflexões sobre uma Exper­iên­cia Diplomática, São Paulo/​Brasília, Paz e Terra/​Funag, 1999.
    MAR­TINS, Luciano et alii. ”Alca: uma Pauta para dis­cussão”.Política Externa, v.5, nº 4, São Paulo, Edi­tora Paz e Terra,1997.
    SCHEINA, Robert L.-Latin Amer­ica: A Naval His­tory, 18101987, Annapo­lis, Naval Insti­tut Press, 1987.
    TEI­TEL, Simon– Towards A New Devel­op­ment for Latin Amer­ica: Path­ways from Hirchman’s Thought, Wash­ing­ton D.C.,John Hop­kins Uni­ver­sity Press,IDB,1992.
    VIZEN­TINI, Paulo Fagun­des - Mul­ti­lat­er­al­iza­ção, Desen­volvi­mento e Con­strução de uma Potên­cia Média,1964/1985, Porto Ale­gre, Edit. UFRGS, 1998.


    H) — Sis­tema de Segu­rança Internacional


    Ementa.
    A con­ceitu­ação de segu­rança inter­na­cional. Os temas tradi­cionais da segu­rança inter­na­cional. A emergên­cia dos con­fli­tos assimétri­cos nas relações inter­na­cionais. Guer­ras de guer­rilha, rev­olu­cionárias e de lib­er­tação nacional. Guer­ras intra-​estatais. Os con­fli­tos inter­na­cionais no Pós-​Guerra Fria. Ter­ror­ismo, nar­cotrá­fico e gru­pos não-​estatais transter­ri­to­ri­ais nos con­fli­tos inter­na­cionais. A segu­rança inter­na­cional no século XXI. A questão do dilema de segu­rança e sua teo­ria apli­cada a fenô­menos contemporâneos.


    Bib­li­ografia

    BAU­MAN, Z. “Recon­nais­sance Wars of the Plan­e­tary Fron­tier­land”, The­ory, Cul­ture and Soci­ety, 2002. vol. 194, pp. 8190.
    BAYLIS, John; WIRTZ, James J.; GRAY, Colin S. (orgs.). Strat­egy in the con­tem­po­rary world. Oxford: Oxford Uni­ver­sity Press, 2010.
    CREV­ELD, Mar­tin Van. The trans­for­ma­tion of war.
    Nova Iorque: The Free Press, 1991.
    GROS, Frédéric. Esta­dos de vio­lên­cia: ensaio sobre o fim da guerra.
    Aparecida/​SP: Idéias & Letras, 2010.
    KALDOR, Mary. New and old wars: orga­nized vio­lence in a Global Era (2ª edição). Stan­ford: Stan­ford Uni­ver­sity Press, 2007.
    KAN, Paul Rex­ton. Drugs and con­tem­po­rary affairs.
    Wash­ing­ton: Potomac Books, 2009.
    LABROUSSE, Alain. Geopolítica das dro­gas. São Paulo: Desatino, 2010.
    LAQUEUR, W. Ter­ror­ism in the Twenty-​First Cen­tury. New York: Con­tin­uum, 2004. (appen­dix).
    LAQUEUR, W. A His­tory of Ter­ror­ism. Lon­don: Trans­ac­tion Pub­lish­ers, 2007.
    LABROUSSE, Alain. Geopolítica & Dro­gas. São Paulo, Desatino, 2010.
    MAHNKEN G. Thomas; Maiolo A. Joseph (ed) Strate­gic Stud­ies – a reader.
    New York: Rout­ledge, 2008.
    MAHNKEN G. Thomas; Maiolo A. Joseph (ed) Strate­gic Stud­ies – a reader. New York: Rout­ledge, 2008.
    NEU­MANN, P. R; SMITH M.L.R. “Strate­gic ter­ror­ism: the frame­work and its fal­lac­ies” in RAMÍREZ, Jorge Giraldo.
    Guerra civil post­mod­erna. Bogotá: Siglo del Hom­bre Edi­tores, 2009.
    RODRIGUES, Thi­ago. Guerra e Política nas Relações Inter­na­cionais. São Paulo, EDUC, 2010.
    VISACRO, Alessan­dro. Guerra irreg­u­lar: ter­ror­ismo, guer­rilha e movi­men­tos de resistên­cia ao longo da história. São Paulo: Con­texto, 2009.

    I) — Tópi­cos Espe­ci­ais em Estu­dos Estratégi­cos I

    Ementa.
    Dis­ci­plina reg­u­lar disponi­bi­lizada para pro­postas de curso ino­vado­ras, com con­teúdo não enquadrado nas emen­tas existentes.

  • Emen­tas das Cadeiras Obrigatórias

    Emen­tas das Cadeiras Obri­gatórias


    PRIMEIRO SEMES­TRE




    1 Teo­ria Política dos Estu­dos Estratégi­cos I



    1. Ementa.



    Bib­li­ografia

    BOB­BIO, Nor­berto. Estado, Gov­erno, Sociedade: para uma Teo­ria Geral da Política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
    CARNOY, Mar­tin. Estado e Teo­ria política. Camp­inas, Papirus, 1988.
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima. “Os Estu­dos Estratégi­cos, a Defesa Nacional e a Segu­rança Inter­na­cional” in Lessa, Renato (orga­ni­zador) Hor­i­zontes das Ciên­cias Soci­ais, a Ciên­cia Política, Petrópo­lis, Vozes, 2010.
    HOBBES, Thomas (orga­ni­zador: TUCK, Richard). Levi­atã ou Matéria, Forma e Poder de um Estado Ecle­siás­tico e Civil, São Paulo, Mar­tins Fontes, 2008.
    LOCKE, John. Segundo tratado sobre o gov­erno. Cap. 1 a 9. São Paulo: Mar­tins Fontes, 1998.
    KAPLAN, Mar­cos. For­mação do Estado Nacional na América Latina. São Paulo: Ed. Eldo­rado, 1987. (Intro­dução).
    KEE­GAN, John. Uma História da Guerra. São Paulo, Com­pan­hia das Letras, 2000.
    KNUT­SEN, Tor­b­jorn L. A His­tory of Inter­na­tional Rela­tions The­ory. Man­ches­ter & New York, Man­ches­ter Uni­ver­sity Press, 1992. (NB: diver­sos tre­chos que serão prévia e dev­i­da­mente iden­ti­fi­ca­dos pelo pro­fes­sor encar­regado da dis­ci­plina).
    MAQUIAVEL: A Arte da Guerra. Brasília, Edi­tora da Uni­ver­si­dade de Brasília, 1982 (2ª edição).
    PARET, Peter Con­stru­tores da Estraté­gia Mod­erna (primeiro vol­ume), Rio de Janeiro, Bib­lioteca do Exército Edi­tora, 2001.
    TUCÍ­DIDES. História da Guerra do Pelo­poneso. Brasília, Edi­tora da UnB, 1987.



    2– Metodolo­gia de Pesquisa em Estu­dos Estratégicos



    Ementa:
    con­ceitos em Ciên­cias Soci­ais e difi­cul­dades de men­su­ração; Estu­dos Estratégi­cos e escolha racional; causal­i­dade; aspec­tos gerais da pesquisa empírica; o desenho de pesquisa; seleção de casos; política com­parada; análise histórica com­parada; aspec­tos gerais do debate qual­i­ta­tivo vs quan­ti­ta­tivo; questões metodológ­i­cas con­tem­porâneas em Estu­dos Estratégicos.



    Bib­li­ografia:

    ALLI­SON, Gra­ham T. Essence of Deci­sion. Explain­ing the Cuban Mis­sile Cri­sis. Boston: Lit­tle, Brown and Com­pany, 1971.
    BID­DLE, Stephen. „The Past as Pro­logue: Ass­esing The­o­ries of Future War­fare.” Secu­rity Stud­ies 8.1 (1998): 174.
    BRADY, H.e D. Col­lier. Rethink­ing Social Inquiry: Diverse Tools, Shared Stan­dards. Oxford: Row­man & Lit­tle­field, 2004.
    GED­DES, B. Par­a­digms and Sand­cas­tles: The­ory Build­ing and Research Design in Com­par­a­tive Pol­i­tics. Ann Arbor: Uni­ver­sity of Michi­gan Press, 2003.
    GELL­NER, Daniel e J.David Singer. Nations at War: A Sci­en­tific Study of Inter­na­tional Con­flict. Cam­bridge: Cam­bridge Uni­ver­sity Press, 1998.
    GEORGE, A.L. e A. Ben­nett. Case Stud­ies and The­ory in the Social Sci­ences. MIT Press, 2004.
    JACOB­SEN, John Kurt. „Are All Pol­i­tics Domes­tic? Per­spec­tives on the Inte­gra­tion of Com­par­a­tive Pol­i­tics and Inter­na­tional Rela­tions The­o­ries.” Com­par­a­tive Politcs 29.1 (1996).
    KING, G., R. Keo­hane e S. Verba. Design­ing Social Research. Prince­ton: Prince­ton Uni­ver­sity Press, 1994.
    LAND­MAN, T. Issues and Meth­ods in Com­par­a­tive Pol­i­tics: An Intro­duc­tion. Lon­don: Routh­ledge, 2003.
    LIBER­SON, Stan­ley. Mak­ing It Count: The Improve­ment of Social Research and The­ory.
    Uni­ver­sity of Cal­i­for­nia Press.
    LIMA, Maria Regina Soares de. „Teses Equiv­o­cadas Sobre a Ordem Mundial Pós-​Guerra Fria.”
    Dados 39.3 (1996).
    MAHONEY, J. e D. Rueschemeyer. Com­par­a­tive His­tor­i­cal Analy­sis in the Social Sci­ences. Cam­bridge: Cam­bridge Uni­ver­stity Press, 2003.
    MUNCK, Ger­aldo e Jay Verkuilen. „Con­cep­tu­al­iz­ing and Mea­sur­ing Democ­racy. Eval­u­at­ing Alter­na­tive Indices.„Comparative Polit­cal Stud­ies 35.1 (2002): 0534.
    NEU­MAN, W. Basics of Social Research: Qual­i­ta­tive and Quan­ti­ta­tive Approaches. Boston: Allyn & Bacon, 2004.
    PIER­SON, P. Pol­i­tics in Time. Prince­ton: Prince­ton Uni­ver­sity Press, 2004.
    ROSEN, Stephen Peter. Win­ning the Next War: Inno­va­tion and the Mod­ern Mil­i­tary. Cor­nell Stud­ies in Secu­rity Affairs. Eds. Robert Art, Robert Jervis and Stephen Walt. Ithaca: Cor­nell Uni­ver­sity Press, 1991.
    SIG­MUND, Paul. „Aproaches to the Study of the Mil­i­tary in Latin Amer­ica.” Com­par­a­tive Politcs 26.1 (1993).
    TILLY, Charles. Big Struc­tures Large Processes Huge Com­par­isons. New York: Rus­sel Sage Foun­da­tion, 1984.
    WALT, Stephen. „The Renais­sance of Secu­rity Stud­ies.” Inter­na­tional Stud­ies Quar­terly 35.2 (1991): 21139.
    _​_​_​_​_​_​_​_​_​. „Rigor or Rigor Mor­tis? Ratio­nal Choice and Secu­rity Stud­ies.” Inter­na­tional Secu­rity 23.4 (1999): 548.
    WALTZ, Ken­neth. „Eval­u­at­ing The­o­ries.” The Amer­i­can Polit­i­cal Sci­ence Review 91.4 (1997): 91317.



    3– Teo­ria e Análise de Relações Inter­na­cionais da Defesa e da Segu­rança I

    Ementa:
    Relações Inter­na­cionais, segu­rança e defesa. Per­cepções da guerra e da paz. O Estado, a política nacional e a política inter­na­cional. Apar­elho mil­i­tar, ciên­cia e tec­nolo­gia. A indus­tria e o comér­cio de armas: as relações “cen­tro” e “per­ife­ria”. As chamadas “novas ameaças”: ter­ror­ismo, nar­cotrá­fico, crime orga­ni­zado, trá­fico de armas, degradação ambi­en­tal, migrações ile­gais etc. Os organ­is­mos inter­na­cionais e a segu­rança cole­tiva. Hege­mo­nia e movi­men­tos anti-​sistêmicos.

    Bib­li­ografia:

    ARON, Ray­mond – Paz e Guerra entre as Nações. Brasília, Ed. Unb/​IPRI, 2001.
    ARRIGHI, Gio­vanni – O Longo Século XX, Rio de Janeiro: Con­traponto; São Paulo: Edi­tora UNESP, 1996.
    BAYLYS, John; Wirtz, James; COHEN, Elliot; GRAY, Colin S. – Strat­egy in the Con­tem­po­rary World (An Intro­duc­tion to Strat­egy Stud­ies), Oxford, Oxford Uni­ver­sity Press, 2002.
    BRAILARD, Philippe – Teo­ria das Relações Inter­na­cionais. Lis­boa, Fun­dação Calouste Gul­benkian, 1990.
    CARR, Edward H. – Vinte anos de crise: 19191939. Brasília, Edi­tora Uni­ver­si­dade de Brasília, 1981.
    CLAUSE­WITZ, Claus von – Da Guerra, São Paulo, Mar­tins Fontes, 2003 (2a edição, 2a tiragem).
    CREV­ELD, Mar­tin von – Tech­nol­ogy and War: from 2000 bC to Pat­ton. Cam­bridge, Cam­bridge Uni­ver­sity Press, 1987.
    DREI­FUSS, René – A Época das Per­plex­i­dades (Mundi­al­iza­ção, Glob­al­iza­ção e Plan­e­ta­riza­ção: Novos Desafios), Petrópo­lis: Vozes, 1997.
    GUIMARÃES, Samuel Pin­heiro – Desafios Brasileiros em uma Era de Gigantes. Rio de Janeiro: Con­traponto, 2006.
    HOB­S­BAWN, Eric – A Era dos Extremos. São Paulo: Com­pan­hia das Letras, 1995.
    LÊNIN, Vladimir – Impe­ri­al­ismo, Etapa Supe­rior do Cap­i­tal­ismo, IS n. II – várias edições.
    KEE­GAN, John – Uma história da guerra, trad. Pedro Maia Soares.
    São Paulo: Com­pan­hia das Letras, 1995.
    KNUT­SEN, Tor­biom I. – His­tory of Inter­na­tional Rela­tions The­ory. Man­ches­ter, Man­ches­ter Uni­ver­sity Press, 1992.
    PINTO, J. R. de Almeida; ROCHA, A. J. Ramalho da; R. Dor­ing da (orga­ni­zadores) – O Brasil no Cenário Inter­na­cional de Defesa e Segu­rança. Brasília, Min­istério da Defesa, Sec­re­taria de Estu­dos e de Coop­er­ação, 2004.
    PROENÇA JÚNIOR, Domí­cio e DINIZ, Eugênio – Política de Defesa no Brasil: uma Análise Crítica, Brasília, Edi­tora Uni­ver­si­dade de Brasília, 1998.
    PONTES, João e MES­SARI, Nizar. Teo­ria das Relações Inter­na­cionais: Cor­rentes e Debates. Rio de Janeiro: Else­vier, 2005.
    ROCHA, Antônio Jorge Ramalho Relações Inter­na­cionais: Teo­rias e Agen­das. Brasília, Funag/​Ibri, 2002.
    SAN­TOS, Theotônio (orga­ni­zador) – Hege­mo­nia e Contra-​hegemonia: Glob­al­iza­ção, Dimen­sões e Alter­na­ti­vas, Rio de Janeiro, Ed. PUC/​São Paulo, Edições Loy­ola, 2004. 4 vol­umes.
    SARAIVA, José Flávio Som­bra (orga­ni­zador) – Relações Inter­na­cionais: Dois Sécu­los de História (Entre a pre­pon­derân­cia européia e a emergên­cia americano/​soviética, 18151947). Brasília, IBRI, 2001. Vol. I.
    _​_​_​_​_​_​_​_​_​– Relações Inter­na­cionais; Dois Sécu­los de História (Entre a Ordem Bipo­lar e o Poli­cen­trismo, de 1947 a nos­sos dias). Brasília, IBRI, 2001. Vol. II.
    WALTZ, K. – O Homem, O Estado e a Guerra. São Paulo: Ed. Mar­tins Fontes, 2004.

    SEGUNDO SEMES­TRE


    4– Teo­ria Política dos Estu­dos Estratégi­cos II.

    Ementa
    . A Guerra nos tem­pos con­tem­porâ­neos: Clause­witz. Marx (1818÷1883), o Estado bur­guês e as forças armadas. As ori­gens do Estado em Engels (1820÷1895) e a for­mação dos apar­el­hos mil­itares. Lênin (1870 /​1924) e a Rev­olução. Os mil­itares como “elite”: os neo­maquiavéli­cos (Pareto (1848 /​1923); Mosca (1858 /​1941) e Michels (1876 /​1936)). Wright Mills (1916 /​1962), os mil­itares e a “elite do poder” nos Esta­dos Unidos. Teo­ria política das relações entre civis e mil­itares: Huntig­ton (1927 /​2008). O Estado na sociedade cap­i­tal­ista e os mil­itares: Miliband (1924 /​1994). Aron (1925 /​1983), a paz e a guerra entre as nações. Teo­ria política sobre o Estado e a Guerra: Waltz (1924 /​).

    Bib­li­ografia

    ARON, Ray­mond - Paz e Guerra entre as Nações, Brasília, Ed. Unb/​IPRI, 2001.
    BOT­TO­MORE, T. B. As elites e a sociedade. Rio de Janeiro, Zahar, 1974.
    CLAUSE­WITZ, Carl Von. Da Guerra. São Paulo, Mar­tins Fontes; 1979, (estudo intro­dutório de Ana­tole Rap­poport).
    FIGUEIREDO, Eurico de Lima. “Glob­al­iza­ção, Neolib­er­al­ismo e a Estraté­gia do Poder: os Jogos não Estão Feitos”, in SAN­TOS, Teotho­nio dos (coor­de­nação) Os Impasses da Glob­al­iza­ção (Hege­mo­nia e Contra-​Hegemonia), Vol­ume II, Rio de Janeiro, PUC/​REGGEN /​Edições Loy­ola, 2004.
    KNUT­SEN, Tor­b­jorn L. A His­tory of Inter­na­tional Rela­tions The­ory. Man­ches­ter & New York, Man­ches­ter Uni­ver­sity Press, 1992.
    HUNT­ING­TON, Samuel P. O Sol­dado e o Estado: teo­ria política das relações entre civis e mil­itares. Rio de Janeiro, Bib­lioteca do Exército, 1996.
    LÊNIN, V.I. Estado e Rev­olução. São Paulo, Global, 1987.
    KEE­GAN, John. Uma História da Guerra. São Paulo, Com­pan­hia das Letras, 2000.
    TILLY, Charles. Coerção, Cap­i­tal e Esta­dos Europeus. São Paulo, EDUSP, 1996.
    MARX, Karl. “Guerra civil em França”, in: Marx e Engels: Obras escol­hi­das. Várias edições.
    MICHELS, Robert. Soci­olo­gia dos par­tidos políti­cos. Brasília, UNB, 1982.
    MILIBAND, Ralph. O Estado na sociedade cap­i­tal­ista. Rio de Janeiro: Zahar Edi­tores, 1972.
    MILLS, Carl. Wright. A elite do poder. Rio de Janeiro, Zahar, 4ª edição, 1981.
    MOSCA, Gae­tano. La clase política. Méx­ico, Fondo de Cul­tura Económica, 1992,.
    PARET, Peter Con­stru­tores da Estraté­gia Mod­erna (segundo vol­umes), Rio de Janeiro, Bib­lioteca do Exército Edi­tora, 2001.
    PARETO, Vil­fredo. „Os resí­duos”. In Pareto. Coleção Grandes Cien­tis­tas Soci­ais, São Paulo, Ática, 1984..
    _​_​_​_​_​_​_​_​_​. „As derivações”. In Pareto. Coleção Grandes Cien­tis­tas Soci­ais, São Paulo, Ática, 1984.
    POULANTZAS, Nicos. Poder político e classes soci­ais. Rio de Janeiro, Mar­tins Fontes, 1986.
    SWEEZY, Paul M. “Elite do poder ou classe dom­i­nante?” In: Ensaios sobre o cap­i­tal­ismo e o social­ismo.
    WALTZ, Ken­neth. O Homem, o Estado e a Guerra: Uma Análise Teórica. São Paulo, Mar­tins Fontes. (2004).



    5– Estu­dos Estratégi­cos: Ele­men­tos de Teo­ria e Análise


    Ementa –
    Definições e clas­si­fi­cações próprias à dis­ci­plina. Teóri­cos clás­si­cos e mod­er­nos. Con­ceitos instru­men­tais bási­cos: dis­suasão, coerção e con­t­role. A guerra, a paz e os Estu­dos Estratégi­cos. A estraté­gia no mundo de hoje: guerra con­ven­cional, armas nucleares, guerra irreg­u­lar e terrorismo.



    Bib­li­ografia

    BAYLYS, John; Wirtz, James; Cohen, Elliot; Gray, Colin S. - Strat­egy in the Con­tem­po­rary World (An Intro­duc­tion to Strate­gic Stud­ies), Oxford, Oxford Uni­ver­sity Press, 2002.
    CEN­TENO, Miguel Angel. Blood and Debt: War and the Nation-​State in Latin Amer­ica.
    Uni­ver­sity Park, Penn­syl­va­nia: Penn State Press, 2002
    CLAUSE­WITZ, Claus von - Da Guerra, São Paulo, Mar­tins Fontes, 2003 (2ª edição, 2ª tiragem).
    COHEN, Eliot A.. Comando Supremo.Rio de Janeiro: Bib­liex, 2004.
    FLO­RES, Mário César. Reflexões Estratég­i­cas: repen­sando a defesa nacional. São Paulo: É Real­iza­ções, 2002.
    FREED­MAN, Lawrence. Deter­rence. Cam­bridge, Polity, 2004.
    GRAY, S. Mur­ray. Strate­gic Stud­ies: A Crit­i­cal Ass­es­ment Lon­don, Ald­wych, 1982.
    KEE­GAN, John. Uma História da Guerra. São Paulo: Com­pan­hia das Letras, 1995.
    LUTTWAK, Edward N. Estraté­gia — A Lóg­ica da Guerra e da Paz. Rio de Janeiro: Bib­liex, 2009.
    O’CONNEL, Robert L. História da Guerra: Armas e Homens, Lis­boa, Teo­rema, 1979.
    PARET, Peter (org.) Con­stru­tores da Estraté­gia Mod­erna – Tomos 1 e 2. Rio de Janeiro: Bib­liex, 2001 e 2003.

    6– Teo­ria e Análise de Relações Inter­na­cionais da Defesa e da Segu­rança II


    Ementa:
    O Brasil no cenário Inter­na­cional de defesa e segu­rança. O Con­ti­nente den­tro de outro con­ti­nente: o Brasil na América do Sul. Política nacional e inter­na­cional: descom­pas­sos e sin­to­nias. Brasil, EE.UU. O Mer­co­sul e a ALCA e as impli­cações na segu­rança e defesa. Política de defesa, segu­rança e desen­volvi­mento: Da Política Externa Desen­volvi­men­tista à Política externa Inde­pen­dente (19511964). Segu­rança e Desen­volvi­mento no Régime mil­i­tar: Brasil Potên­cia (1964÷1979). Aber­tura política, resistên­cia democrática e a crise do Pro­jeto do Brasil (1979÷1990). Longo inter­valo: o País em busca de um pro­jeto na sociedade inter­na­cional­izada. Forças Armadas e a política externa brasileira.



    Bib­li­ografia:

    AYOOD, Mohammed.
    The Third World Secu­rity Predica­ment: State Mak­ing, Regional Con­flict, and the Inter­na­tional Sys­tem. Boul­der: Lynne Rien­ner, 1995.
    BROWN, M. E.. The­o­ries of War and Peace. MIT Press, 1998.
    BROWN, M.; COTÉ Jr., Owen R.; LYNN-​JONES, Sean M. & MILLER, Steven. (Eds.). Going Nuclear: Nuclear Pro­lif­er­a­tion and Inter­na­tional Secu­rity in the 21st Cen­tury. MIT Press, 2006.
    BOUTHOUL, Gas­ton. La Guerre. 5 edição. Paris, Presses Uni­ver­si­taires de France, 1973.
    BUZAN, B. & WÆVER. Regions and Pow­ers: The Struc­ture of Inter­na­tional Secu­rity, Cam­bridge Uni­ver­sity Press, 2004.
    CAM­POS, Íris Walkiria -“Defesa Nacional” in Figueiredo Jr, José de Lima e Lam­ounier, Bolí­var (ors.) A Era FHC, São Paulo, Cul­tura Edi­tores Asso­ci­a­dos, 2002.
    CAS­TRO, Celso (org). Ama­zo­nia e Defesa Nacional, Rio de Janeiro, Edi­tora FGV, 2006.
    COSTA, Darc “O Brasil Diante dos Desafios Inter­na­cionais de Segu­rança e Defesa”, Mimeo, 2003.
    _​_​_​_​_​_​_​_​_​– Brasil: Defesa do Estado, Rio de Janeiro, Cebres, 1996.
    CHOS­SU­DOVSKY, Michel. Guerra e Glob­al­iza­ção – Antes e depois do 11 de setem­bro. Sao Paulo. Expressão Pop­u­lar, 2004.
    DAGUZAN, Jean-​François, e LOROT, Pas­cal. Guerre et Économie. Paris, Ellipses, 2003.
    DOISE, Jean ; VAÏSSE, Mau­rice, Diplo­matie e outil mil­i­taire 18711969, Paris, Imprimerie Nationale, 1987.
    DOMINGUEZ, J. Seguri­dad inter­na­cional, paz y democ­ra­cia en el Cono Sur, San­ti­ago, Flacso-​Chile, 1988.
    DUPAS, Gilberto– O Brasil e as Novas Dimen­sões da Segu­rança Inter­na­cional. São Paulo, Alfa-​ômega, 1999.
    FLO­RES, Mário César– Reflexões Estratég­i­cas– Repen­sando a Defesa Nacional, São Paulo, Edi­tora É Real­iza­ções, 2002.
    GUIMARÃES, Samuel Pin­heiro (org.) Quin­hen­tos Anos de Per­ife­ria. Porto Alegre/​Rio de Janeiro, Ed. UFRJ/Contraponto,1999.
    _​_​_​_​_​_​_​_​_​– Desafios Brasileiros em uma Era de Gigantes. Rio de Janeiro: Con­traponto, 2006.
    JONES, Clive Jones & KENNEDY-​PIPES, C. (Eds). Inter­na­tional Secu­rity in a Global Age: Secu­rity the Twenty-​First Cen­tury. Cass, 2000.
    MATH­IAS, Suze­ley Kalil e ALVES, Samuel Soares. Novas Ameaças: dimen­sões e per­spec­ti­vas – Desafios para a coop­er­ação em defesa entre Brasil e Argentina, São Paulo, Sicurezza, 2003.
    PINTO, Almeida J.R. de et. Alli (orgs.) - Reflexões sobre Defesa e Segu­rança: uma Estraté­gia para o Brasil, Brasília, Sec­re­taria de Estu­dos e de Coop­er­ação, Min­istério da Defesa, 2004. Vol­ume 1.
    _​_​_​_​_​_​_​_​_​– O Brasil no Cenário Inter­na­cional de Defesa e Segu­rança, Brasília, Sec­re­taria de Estu­dos e de Coop­er­ação, Min­istério da Defesa, 2004. Vol­ume 2.
    PROENÇA JÚNIOR, Domí­cio e DINIZ, Eugênio – Política de Defesa no Brasil: uma Análise Crítica, Brasília, Edi­tora Uni­ver­si­dade de Brasília, 1998.
    ROJAS ARAVENA, Fran­cisco (org). Argentina, Brasil y Chile: inte­gración u seguri­dad, San­ti­ago, Flacso-​Chile, 1999.
    ROUQUIE, Alain, L’État Mil­i­taire em Amérique Latine, Paris, Seuil, 1981.
    SHEE­HAN, M.. Inter­na­tional Secu­rity: An Ana­lyt­i­cal Sur­vey.
    Boul­der: Lynne Rien­ner, 2005.
    VIZEN­TINI, Paulo Fagun­des – Relações Inter­na­cionais do Brasil, –De Var­gas a Lula, São Paulo, Edi­tora Fun­dação Perseu Abramo, 2003.


    TER­CEIRO SEMES­TRE


    7) Sem­i­nário de Dis­ser­tação


    Ementa: Apre­sen­tação e debate sobre os pro­je­tos de pesquisa dos mes­tran­dos visando a elab­o­ração da Dis­ser­tação.


    8) Ori­en­tação de Dis­ser­tação I


    Ementa: Tra­bal­hos super­vi­sion­a­dos pelo ori­en­ta­dor obje­ti­vando a apre­sen­tação e defesa da Dis­ser­tação de Mestrado.


    QUARTO SEMES­TRE


    9) Ori­en­tação de Dis­ser­tação II


    Ementa: Tra­bal­hos super­vi­sion­a­dos pelo ori­en­ta­dor obje­ti­vando a apre­sen­tação e defesa da Dis­ser­tação de Mestrado.


    Ativi­dade Acadêmica Com­ple­men­tar

    Ementa: Pre­sença obri­gatória nas ativi­dades com­ple­mentares do Pro­grama (con­fer­ên­cias, cic­los de palestras, sem­i­nários, etc) ao longo do mestrado.

  • Área de con­cen­tração I: Teo­ria e análise de relações inter­na­cionais e de segu­rança internacional

    Área de con­cen­tração I: Teo­ria e análise de relações inter­na­cionais e de segu­rança internacional


    Ementa da área: Relações Inter­na­cionais: as teo­rias mod­er­nas e con­tem­porâneas. Estu­dos Estratégi­cos no mundo mod­erno e con­tem­porâ­neo. As condições da guerra e da paz. O papel das Forças Armadas em tempo de paz e nas situ­ações de con­flito. Relações Inter­na­cionais e os Estu­dos Estratégi­cos: con­vergên­cias e divergên­cias. Estraté­gia de Estado: Defesa e Segurança.

    Linha Temática de Pesquisa I: O pen­sa­mento sul-​americano a respeito da Defesa e da Segurança.

    Dis­ci­plinas Opta­ti­vas:

    A) Defesa Nacional
    B) Econo­mia Política dos Estu­dos Estratégi­cos
    C) Estu­dos Estratégi­cos no Mundo Con­tem­porâ­neo
    D) Insti­tu­ições e Orga­ni­za­ções Mil­itares
    E) Geopolítica
    F) Defesa e Segu­rança: América Latina
    G) Defesa e Segu­rança: Brasil
    H) Sis­tema de Segu­rança Inter­na­cional
    I) Tópi­cos Espe­ci­ais em Estu­dos Estratégi­cos I

    _​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​_​

    Área de con­cen­tração II: Defesa Nacional e Poder Político


    Ementa da área: Gas­tos públi­cos e democ­ra­cia; a relação entre cap­i­tal e poder político; a relação entre indús­tria de defesa e poder político; con­ceitos fun­da­men­tais sobre o papel histórico da indús­tria de defesa; con­ceitos fun­da­men­tais sobre o poder político; o impacto do fim da Guerra Fria na indús­tria de defesa; indús­tria de defesa nos países de cap­i­tal­ismo avançado no pós-​Guerra Fria; indús­tria de defesa em países em vias de desen­volvi­mento no pós-​Guerra Fria; a indús­tria de defesa no Brasil; Soci­olo­gia e Política das Forças Armadas; a econo­mia de defesa.


    Linha Temática de Pesquisa II: Políti­cas Públi­cas de Defesa Nacional e Indús­tria de Defesa no Período Repub­li­cano
    Dis­ci­plinas Opta­ti­vas:
    A) Análise de Políti­cas Públi­cas em Defesa Nacional
    B) Aquisição de Sis­temas de Defesa
    C) CT&I para Defesa
    D) Cul­tura, Mídia, Defesa Nacional e poder político.
    E) Forças Armadas e Defesa Nacional.
    F) Indús­tria de Defesa
    G) Econo­mia da Defesa
    H) Logís­tica de Defesa
    I) Tópi­cos Espe­ci­ais em Estu­dos Estratégi­cos II

  • Prazo para Conclusão

    Prazo para Conclusão


    Os alunos do Mestrado devem cumprir os seguintes pra­zos para o tér­mino do Curso:

    a) a duração máx­ima é de 24 meses e a mín­ima de 12 meses;


    b) excep­cional­mente, a duração máx­ima do CMEE poderá ser de 30 (trinta) meses, quando incluído o período máx­imo de tran­ca­mento ao qual o aluno tem dire­ito, que é de seis meses;


    c) somente no caso da con­clusão da dis­ser­tação, o prazo máx­imo esta­b­ele­cido para a con­clusão do Mestrado poderá ser, excep­cional­mente, tam­bém pror­ro­gado por mais 1 (um) semes­tre letivo, desde que haja solic­i­tação dev­i­da­mente jus­ti­fi­cada pelo mes­trando, aval do seu ori­en­ta­dor, aprovação da Coor­de­nação, e rat­i­fi­cação pelo cole­giado do Programa.

  • Sis­tema de Seleção e Admissão

    Sis­tema de Seleção e Admissão


    Anual­mente o cole­giado do Pro­grama de Estu­dos Estratégi­cos da Defesa e da Segu­rança (PPGEST) des­igna Comis­são de Seleção for­mada por cinco de seus docentes, sendo três tit­u­lares e dois suplentes.


    O exame de admis­são con­sta de prova escrita, entre­vista e prova de inglês. Exige-​se, tam­bém, no ato de inscrição, que o can­didato anexe aos doc­u­men­tos requeri­dos carta de intenção dirigida ao Pres­i­dente da Banca. Nessa carta ele deve esclare­cer, entre out­ros aspec­tos, as razões que o levaram a escol­her o Mestrado para o qual se can­di­data.

    Podem candidatar-​se bacharéis ou licen­ci­a­dos em áreas afins aos Estu­dos Estratégi­cos, tais como Relações Inter­na­cionais, Ciên­cias Soci­ais, História, Econo­mia, Dire­ito, entre out­ras a critério da Banca. Desde que sem vín­culo empre­gatí­cio e /​ou out­ras fontes de renda, o PPGEST dis­põe de bol­sas de Mestrado para os can­didatos aprova­dos, mas não obri­ga­to­ri­a­mente para todos. As bol­sas serão alo­cadas tendo em vista ordem de clas­si­fi­cação no exame de seleção. Os estu­dantes estrangeiros podem se can­di­datar à bolsa de estu­dos do Pro­grama PEC-​PG da Capes (
    http://​www​.capes​.gov​.br) junto à embaix­ada brasileira em seus países. Não serão aceitos can­didatos cujos inter­esses acadêmi­cos não coin­ci­dam com as lin­has de pesquisas ofer­e­ci­das pelos pro­fes­sores do Pro­grama.

    Os cur­sos do Pro­grama de Pós-​Graduação na UFF pre­sumem ded­i­cação de seus alunos em régime de tempo integral.

  • Finan­cia­mento e bolsas

    Finan­cia­mento e bolsas

    INSTRUÇÕES PARA SOLIC­I­TAÇÃO DE FINANCIAMENTO


    A solic­i­tação dev­erá ser encam­in­hada pela via eletrônica e endereçada ao Coor­de­nador do Pro­grama, para o e-​mail da Sec­re­taria do PPGEST, num prazo mín­imo de 30 dias, especi­f­i­cando o título do evento, período, local e especi­ficar o tipo de finan­cia­mento (se dese­jam pas­sagens e/​ou hospedagem).
    Em anexo dev­erão encam­in­har os seguintes doc­u­men­tos (em arquivos distintos):

    1 – Para solic­i­tação de pas­sagens (alunos e pro­fes­sores):

    a) especi­ficar se aéreas ou rodoviárias;
    b) tra­jeto e o aero­porto de embar­que e desem­bar­que;
    c) dia e horário do voo de ida e de volta;
    d) anexar carta de aceite do tra­balho a ser apre­sen­tado no evento, com nome e título do tra­balho. A carta dev­erá ser assi­nada por alguém da Comis­são Orga­ni­zadora..
    e) anexar folder ou car­taz do evento;
    f) anexar a pro­gra­mação geral do evento, onde con­ste o respec­tivo nome e título do tra­balho, dia e horário da apre­sen­tação

    2 – Para solic­i­tação de diárias (somente para pro­fes­sores):

    a) dia da ida e da volta;
    b) anexar carta de aceite do tra­balho a ser apre­sen­tado no evento, com nome e título do tra­balho. A carta dev­erá ser assi­nada por alguém da Comis­são Orga­ni­zadora..
    c) anexar folder ou car­taz do evento;
    d) anexar a pro­gra­mação geral do evento, onde con­ste o respec­tivo nome e título do tra­balho, dia e horário da apre­sen­tação;
    e) quan­ti­dade máx­ima de diária per­mi­tida: 5 (cinco).

    3 – Para solic­i­tação de Hospedagem (para alunos e pro­fes­sores que não optarem por diárias):

    a) dia da ida e da volta;
    b) apre­sen­tar 3 nomes de hotéis (com o tele­fone);
    c) anexar carta de aceite do tra­balho a ser apre­sen­tado no evento, com nome e título do tra­balho. A carta dev­erá ser assi­nada por alguém da Comis­são Orga­ni­zadora..
    d) anexar folder ou car­taz do evento;
    e) anexar a pro­gra­mação geral do evento, onde con­ste o respec­tivo nome e título do tra­balho, dia e horário da apre­sen­tação;
    f) quan­ti­dade máx­ima de diária per­mi­tida: 5 (cinco).

    4PAGA­MENTO DE TAXA DE INSCRIÇÃO:

    a) CNPJ da insti­tu­ição que está pro­movendo o evento;
    b) domicílio bancário;
    c) dados bancários

    IMPOR­TANTE: A solic­i­tação só será encam­in­hada pela Sec­re­taria do PPGEST, para a PROPPI, após a aprovação do Coor­de­nador do PPGEST.

    Encam­in­hamento da doc­u­men­tação: em arquivos sep­a­ra­dos, para o e-​mail do Pro­grama, ppgest@​vm.​uff.​br
    , especi­f­i­cando: Solic­i­tação de Finan­cia­mento.

    INSTRUÇÕES PARA PRESTAÇÕES DE CON­TAS APÓS O RETORNO

    1PAS­SAGENS e DIÁRIAS:

    Doc­u­men­tos a serem encam­in­hados:

    a) Relatório de Viagem
    assi­nado

    b) Bil­hetes de ida e volta
    escanea­dos

    c) Cer­ti­fi­cado de Par­tic­i­pação no Evento escaneado
    ATENÇÃO:
    Os orig­i­nais dos bil­hetes dev­erão ser entregues na sec­re­taria do Pro­grama no prazo de 3 (três) dias úteis após o retorno do evento.

    Prazo para prestação de con­tas: 3 (três) dias úteis após o retorno do evento.
    Encam­in­hamento da doc­u­men­tação
    : em arquivos sep­a­ra­dos, para o e-​mail do Pro­grama, ppgest@​vm.​uff.​br , especi­f­i­cando: Prestação de Con­tas.

    ATENÇÃO: a Sec­re­taria do Pro­grama fará a prestação de con­tas on-​line.

    2HOSPEDAGEM E PAGA­MENTO DE TAXA DE INSCRIÇÃO:

    Doc­u­men­tos a serem encaminhados:

    • a) Relatório de Viagem, em 2 (duas) vias: clique no link ao lado para fazer o down­load Relatorio_​de_​Viagem
    • b) Cópia do Cer­ti­fi­cado de Par­tic­i­pação no Evento, em 2 (duas) vias.


    ATENÇÃO: A doc­u­men­tação dev­erá ser entregue na Sec­re­taria do Pro­grama, na forma impressa, em 2 (duas) vias, no prazo de 3 (três) dias úteis após o retorno do evento.

    OBSER­VAÇÃO IMPOR­TANTE: A não real­iza­ção de prestações de con­tas por parte do ben­efi­ciário acar­retará o imped­i­mento de novos finan­cia­men­tos.

  • Per­fil do Profissional

    Per­fil do Profissional


    O Curso de Mestrado é o único, em todo o Brasil, total­mente voltado para os Estu­dos Estratégi­cos da Defesa e da Segu­rança. Sua base insti­tu­cional é o Insti­tuto de Estu­dos Estratégi­cos — INEST, cri­ado em 28 de setem­bro de 2012. Pos­tu­lando ino­vadora con­cepção pedagóg­ica e cien­tí­fica, per­mite ao tit­u­lado acesso a for­mação estratég­ica orga­ni­zada e cen­trada no campo da defesa nacional e do sis­tema inter­na­cional de segurança.

    O Mestre em Estu­dos Estratégi­cos da Defesa e da Segu­rança dev­erá ser capaz de:

    1) atuar, no âmbito dos estu­dos estratégi­cos da defesa e segu­rança, como pro­fes­sor e pesquisador de alto nível em insti­tu­ições de ensino supe­rior, públi­cas e pri­vadas, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil;

    2) atuar nos órgãos do Estado que desen­volvem esses tipos de inter­esse;

    3) atuar como gestor de alto nível nas áreas de políti­cas públi­cas que requeiram firme con­hec­i­mento teórico das políti­cas pub­li­cas rel­a­ti­vas à defesa e à segu­rança do país;

    4) atuar como pesquisador de alto nível em empre­sas estatais e pri­vadas, nacionais e inter­na­cionais, que requeiram pes­soal de alto nível no desem­penho de ativi­dades lig­adas ao plane­ja­mento e direção no campo da defesa nos planos fed­eral, estad­ual e municipal;

    5) atuar como profis­sional de alto nível do “Ter­ceiro Setor” e das Orga­ni­za­ções Não-​Governamentais, exercendo funções de dire­tores, con­sul­tores e /​ou asses­sores, no campo das questões da defesa;

    6) atuar como profis­sional de alto nível na área das questões da política e do meio ambi­ente, no âmbito público e pri­vado, nacional e multinacional;

    7) atuar como anal­ista em empre­sas públi­cas e pri­vadas lig­adas aos setores expor­ta­dores e impor­ta­dores da econo­mia brasileira que requeiram a per­spec­tiva estratégica;

    8) atuar como espe­cial­is­tas que pos­sam dar suporte teórico e prático em relações inter­na­cionais e estu­dos estratégi­cos nas agên­cias gov­er­na­men­tais e não-​governamentais;

    9) atuar em empre­sas públi­cas e pri­vadas lig­adas à comu­ni­cação, à pub­li­ci­dade e a pro­pa­ganda que requeiram a análise estratég­ica das relações internacionais;

    10) atuar como con­sul­tores e asses­sores de alto nível no campo dos Estu­dos Estratégicos.

  • Corpo Docente do Pro­grama de Pós-​Graduação em Estu­dos Estratégicos

    Corpo Docente do Pro­grama de Pós-​Graduação em Estu­dos Estratégicos

    Nor­mas para manutenção do cre­den­ci­a­mento

    Clique no link ao lado para fazer o down­load do arquivo:
    Cre­den­ci­a­men­toPPGEST

    Adri­ano Freixo
    adrianofreixo@​id.​uff.​br

    Doutor em História Social (UFRJ), Mestre em História Política (UERJ) e Espe­cial­ista em História das Relações Inter­na­cionais (UERJ). Autor e orga­ni­zador de diver­sos livros e arti­gos sobre Relações Inter­na­cionais, Política Externa Brasileira e História do Brasil Con­tem­porâ­neo. Den­tre seus prin­ci­pais tra­bal­hos destacam-​se o livro “Minha Pátria é a Lín­gua Por­tuguesa”: A Con­strução da Idéia da Luso­fo­nia em Por­tu­gal(Rio de Janeiro, Edi­tora Api­curi, 2009) e a orga­ni­za­ção das obras cole­ti­vas Tempo Negro, Tem­per­atura Sufo­cante: Estado e Sociedade no Brasil do AI-​5 (Rio de Janeiro, Edi­tora da PUC-​Rio/​Contraponto Edi­tora, 2008), O Brasil de João Goulart: Um Pro­jeto de Nação (Rio de Janeiro, Edi­tora da PUC-​Rio/​Contraponto Edi­tora, 2006) – ambos com Oswaldo Munteal Filho e Jacque­line Ven­ta­pane Fre­itas – e A Ditadura em Debate: Estado e Sociedade nos Anos do Autori­tarismo (Rio de Janeiro, Con­traponto Edi­tora, 2005), com Oswaldo Munteal Filho. Suas áreas de inter­esse são: Política Externa do Brasil Repub­li­cano, Relações Inter­na­cionais Con­tem­porâneas, Regimes Autoritários no Brasil e na América Latina, Relações Brasil-​Portugal-​África Lusó­fona, Política Externa e Imprensa e Estu­dos sobre Nações e Nacionalismos.

    (Disponível para orientação)

    Eurico de Lima Figueiredo

    e_​l_​f@​terra.​com.​br

    Pro­fes­sor Tit­u­lar de Relações Inter­na­cionais e Estu­dos Estratégi­cos. Coor­de­nador do Núcleo de Estratégi­cos (NEST /​UFF). Coor­de­nador Geral do Pro­jeto Rede Brasil Defesa, apoiado pela CAPES e pelo Min­istério da Defesa, tendo a UFF como insti­tu­ição líder e como insti­tu­ições asso­ci­adas as três esco­las mil­itares de altos estu­dos (ECEME, EGN e ECE­MAR). Editor-​Chefe da Revista Brasileira de Estu­dos Estratégi­cos (REST) edi­tada pelo PPGEST /​NEST. Con­cen­tra atual­mente seus inter­esses no campo teórico e con­ceitual rel­a­tivo aos estu­dos estratégi­cos da defesa e da segurança.

    (Não disponível para orientação)

    Fer­nando Roberto de Fre­itas Almeida

    freitasalmeida03​@​yahoo.​com.​br

    Doutor em História Política, na área de Relações Inter­na­cionais, e mestre em História, ambos pela Uni­ver­si­dade do Estado do Rio de Janeiro, grad­u­ado em Ciên­cias Econômi­cas pela Uerj e em His­toire et Civil­i­sa­tion, pela Uni­ver­sité de Nancy. Autor de diver­sos arti­gos, capí­tu­los de livros, co-​autor dos livros “Agri­cul­tura Brasileira” pub­li­cado pelo Cen­tro de Estu­dos Agrí­co­las da Fun­dação Getulio Var­gas e “Cig­a­rro Brasileiro: Análise e Pro­postas para a Redução do Con­sumo”, pub­li­cado pelo Insti­tuto Nacional do Câncer, e autor do livro “Do Grão ao Pão: O trigo nas relações entre o Brasil e a Argentina”. Foi respon­sável pela edi­toração da revista Agro­analy­sis, da Fun­dação Getulio Var­gas e con­sul­tor da revista Manchete Rural, de Bloch Edi­tores, e da revista Panorama Rural, da Asso­ci­ação Brasileira de Máquinas e Imple­men­tos Agrí­co­las. Atual­mente é pro­fes­sor adjunto da Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense, na grad­u­ação de Relações Inter­na­cionais, min­is­trando a dis­ci­plina Comér­cio Exte­rior, con­sul­tor da revista Brasil Ani­mal Busi­ness, da Sociedade Nacional da Agri­cul­tura e edi­tor da Revista CADE. Áreas de inter­esse: Coop­er­ação Sul-​Sul, Segu­rança Ali­men­tar, Ecossocioeconomia.

    (Disponível para orientação)

    Fred­erico Car­los de Sá Costa

    fcarlos@​id.​uff.​br

    Pos­sui grad­u­ação em História pela Uni­ver­si­dade Fed­eral de Minas Gerais (1996), mestrado em Ciên­cia Política pela Uni­ver­si­dade Fed­eral de Minas Gerais (2002) e doutorado em Ciên­cia Política pelo Insti­tuto Uni­ver­sitário de Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro — IUPERJ (2008). Pro­fes­sor Adjunto da Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense, na cadeira de Teo­ria Política dos Estu­dos Estratégi­cos Tem exper­iên­cia na área de Ciên­cia Política, com ênfase em Estu­dos Estratégi­cos, atuando prin­ci­pal­mente nos seguintes temas: segu­rança nacional, forças armadas, sobera­nia, Estado, teo­ria política.
    (Disponível para orientação)

    José Car­los Albano do Amarante

    jcadoamarante@​yahoo.​com.​br

    Doutor em Aero­nau­tics and Astro­nau­tics (Stan­ford Uni­ver­sity,1979), Mestre em Engen­haria Mecânica (Stan­ford Uni­ver­sity, 1978), Mestre em Engen­haria Química (pela UFRJ, 1974), Bacharel em Engen­haria Química pelo IME (1971). Gen­eral de Divisão da Reserva do Exército. Agra­ci­ado com mais de 20 con­dec­o­rações, hon­rarias e dis­tinções. Em 2002 foi sele­cionado para fazer parte da lista de Out­stand­ing Intel­lec­tu­als of the 21st Cen­tury pelo Inter­na­tional Bio­graph­i­cal Cen­ter (Cam­bridge, Reino Unido) e tam­bémcomo Great Mind of the 21st Cen­tury pelo Amer­i­can Bio­graph­i­cal Insti­tute (Esta­dos Unidos). Foi Reitor do IME, Pres­i­dente da IMBEL, Dire­tor de Fab­ri­cação e Recu­per­ação do Exército, asses­sor do Min­istro da Defesa para assun­tos de Indús­tria de Defesa, Ciên­cia e Tec­nolo­gia. Seus inter­esses atu­ais com­preen­dem as relações entre ciên­cia, tec­nolo­gia e defesa e CT & I.


    (Não disponível para orientação)

    Jorge Calvário dos Santos

    jorgecals@​terra.​com.​br

    Doutor e Mestre em Engen­haria de Pro­dução pela Uni­ver­si­dade Fed­eral do Rio de Janeiro. Grad­u­ado em Infor­mática pela UFRJ. Coro­nel Avi­ador da Reserva da Aeronáu­tica. Per­tence ao quadro per­ma­nente da Escola Supe­rior de Guerra. Desen­volve seus estu­dos e pesquisa atual­mente nas áreas de glob­al­iza­ção, inter­fer­ên­cia cul­tural, neolib­er­al­ismo, ciên­cia, tec­nolo­gia e poder político.

    (Disponível para orientação)

    Luiz Pedone

    lpedone@​uol.​com.​br

    Bach­e­lor of Indus­trial Engi­neer­ing pelo Geor­gia Insti­tute of Technology/​School of Indus­trial and Sys­tems Engi­neer­ing(1972), reval­i­dado para Engen­haria de Pro­dução pela UFRJ (1976). Mestre em Admin­is­tração Pública pela UnB (1978) e Doc­tor of Phi­los­o­phy em Ciên­cia Política pela Uni­ver­sity of Mass­a­chu­setts Amherst (1989). Foi pro­fes­sor na UnB entre 19762003, quando se aposen­tou. É pesquisador do Núcleo de Estu­dos Estratégi­cos da UFF desde novem­bro de 2006 e cre­den­ci­ado na área de con­cen­tração em estu­dos estratégi­cos no Curso de Doutorado do Pro­grama de Pós-​Graduação em Ciên­cia Política (PPGCP /​UFF) e no Curso de Mestrado do Pro­grama de Pós-​Graduação em Estu­dos Estratégi­cos da Defesa e Segu­rança (PPGEST /​UFF). No momento con­cen­tra seus estu­dos e pesquisas no campo da ener­gia como fator estratégico da defesa e segurança.

    (Disponível para orientação)

    Manuel Domin­gos Neto

    mdomingosneto@​yahoo.​com.​br

    É grad­u­ado em História pela Uni­ver­sité de Paris VI (1976), Mestre em Sociedade e Econômia na América Latina pela Uni­ver­sité de Paris III (1976) e Doutor em História pela Uni­ver­sité de Paris III (1979). Pós-​doutorado na École des Hautes Études en Sci­ences Sociales, Paris /​França, em 2000. Foi pesquisador da Casa de Rui Bar­bosa, super­in­ten­dente da Fun­dação CEPRO (Piauí) e dep­utado fed­eral (19882001). Foi Vice-​presidente do CNPq (20032006). É líder do grupo de pesquisa „Obser­vatório das Nacional­i­dades” e Edi­tor da revista „Ten­sões Mundi­ais”. No momento foca seus estu­dos e pesquisas nos proces­sos de con­strução das nacional­i­dades, cul­tura brasileira, desen­volvi­mento da Ciên­cia no Brasil, orga­ni­za­ções mil­itares e defesa nacional.

    (Disponível para orientação)

    Mar­cio Rocha

    marciorochamr@​yahoo.​com.​br

    Doutor em Ciên­cia Política pela UFF. Mestre em Ciên­cias Aeroe­s­pa­ci­ais pela UNIFA. Grad­u­ado em Econo­mia pela UFRN/​CEUB. Grad­u­ado em Ciên­cias Aeronáu­ti­cas pela Acad­e­mia da Força Aérea (AFA). Foi coor­de­nador do Pro­grama de Pós-​graduação em Ciên­cias Aeroe­s­pa­ci­ais da Uni­ver­si­dade da Força Aérea (UNIFA) no período de 2004 a 2011. Autor do livro „Plane­ja­mento estratégico no preparo da Força Aérea”. Tem exper­iên­cia e atua na área de Defesa, prin­ci­pal­mente nos seguintes temas: Plane­ja­mento e Gestão Estratég­ica, Dout­rina e Emprego do Poder Aeroe­s­pa­cial e Inteligên­cia estratég­ica. No PPGEST/​UFF con­cen­tra as pesquisas e estu­dos em Políti­cas Públi­cas de Defesa, Econo­mia e Orça­mento de Defesa e influên­cias da Ciên­cia & Tec­nolo­gia no emprego militar.


    (Disponível para orientação)

    Renato Petroc­chi

    petrocchi@​puc-​rio.​br

    Renato Petroc­chi graduou-​se em História pela Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católica do Rio de Janeiro (1988), real­i­zou o mestrado em Relações Inter­na­cionais no Insti­tuto de Relações Inter­na­cionais da Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católica do Rio de Janeiro (final­izado em 1995) e con­cluiu o doutorado em História pela Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense (2005). Atual­mente é pro­fes­sor adjunto de Relações Inter­na­cionais da Escola de Guerra Naval (EGN) e pro­fes­sor de História Con­tem­porânea da Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católica do Rio de Janeiro (PUC-​Rio). Na EGN atua como pro­fes­sor e pesquisador da Área de Estu­dos de Política e Estraté­gia e na PUC-​Rio, insti­tu­ição na qual tra­balha como docente desde 1998, é respon­sável por dis­ci­plinas como História Con­tem­porânea IV, História Econômica Geral I e II, Sem­i­nários Espe­ci­ais (História da América Latina), Sis­tema Inter­na­cional do Século XX, entre out­ras. Pub­li­cou na Revista Con­texto Inter­na­cional, n.1, do ano 2000, o artigo, „O Irre­dutível Século XX: uma pesquisa de chaves de leitura” no qual real­iza um estudo com­par­a­tivo de deter­mi­nada pro­dução historiográfica/​interpretativa sobre o „Nove­cen­tos”, época histórica que se tornara, no con­texto do final do século XX cronológico, objeto de intenso debate acadêmico e político. Tem exper­iên­cia tanto na área de História Con­tem­porânea e Relações Inter­na­cionais, com ênfase no século XX, quanto na área de História do Brasil do século XIX, atuando prin­ci­pal­mente nos seguintes temas: dis­cussão his­to­ri­ográ­fica sobre os sécu­los XX/​XXI, relações inter­na­cionais, segu­rança inter­na­cional e política externa brasileira.

    (Disponível para orientação)

    Sev­erino Cabral

    sbcabral@​uol.​com.​br

    Doutor em Soci­olo­gia pela Uni­ver­si­dade São Paulo (1998). Mem­bro do Corpo Per­ma­nente da Escola Supe­rior de Guerra, ESG. Fun­dador e Diretor-​Presidente do Insti­tuto Brasileiro de China Ásia Pací­fico– IBECAP. Pro­fes­sor no MBA– Gestão de Relações Inter­na­cionais– COPPEAD/​EGN. Ensina e pesquisa na área de Estu­dos Inter­na­cionais /​Estratégi­cos e Estu­dos de China e Ásia– Pacífico.

    (Não disponível para orientação)

    Thi­ago Mor­eira Rodrigues

    th.​rodrigues@​gmail.​com

    Grad­u­ado em Relações Inter­na­cionais pela Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católica de São Paulo (1998), com mestrado (2001) e doutorado (2008) em Ciên­cias Soci­ais (Relações Inter­na­cionais) pela PUC-​SP. É pro­fes­sor do Depar­ta­mento de Ciên­cia Política da Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense (UFF), na área de Relações Inter­na­cionais e Estu­dos Estratégi­cos. Foi pro­fes­sor sub­sti­tuto no Depar­ta­mento de Política da PUC-​SP nos anos de 2006 e 2007. No período de janeiro a julho de 2007 cumpriu está­gio doutoral no Insti­tut des Hautes Études de l’Amérique Latine (IHEAL) da Uni­ver­sité de la Sor­bonne Nou­velle (Paris III). É, desde 1999, pesquisador do Núcleo de Socia­bil­i­dade Lib­ertária (Nu-​Sol) do Pro­grama de Estu­dos Pós-​graduados em Ciên­cias Soci­ais da PUC-​SP. É pesquisador do Grupo de Análise de Pre­venção de Con­fli­tos Intern­cionais (GAP­Con), da Uni­ver­si­dade Cân­dido Mendes (UCAM), coor­de­nando o grupo de tra­balho „Gov­er­nança global e trans­for­mações pós-​conflitos”. Tem exper­iên­cia na área de Ciên­cia Política, com ênfase em Segu­rança Inter­na­cional, Con­flito, Guerra e Paz, atuando prin­ci­pal­mente nos seguintes temas: relações inter­na­cionais, política inter­na­cional, nar­cotrá­fico, América Latina, pen­sa­mento lib­ertário e Michel Foucault.

    (Disponível para orientação)

    Thomas Heye

    t.​heye@​terra.​com.​br

    Bacharel em História (1994) e Mestre em Relações Inter­na­cionais (1997) pela Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católica do Rio de Janeiro. Doutor em Ciên­cia Política (2005) pelo Insti­tuto Uni­ver­sitário de Pesquisas do Rio de Janeiro /​IUPERJ. Atual­mente é Pro­fes­sor Adjunto da Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense no Depar­ta­mento de Ciên­cia Política, Pesquisador do Núcleo de Estu­dos Estratégi­cos (NEST) e Coor­de­nador do Curso de Grad­u­ação em Relações Inter­na­cionais. Tem exper­iên­cia na área de Ciên­cia Política, com ênfase em Política Inter­na­cional, atuando prin­ci­pal­mente nos seguintes temas: estu­dos estratégi­cos e relações inter­na­cionais, segu­rança inter­na­cional, defesa nacional, gas­tos mil­itares e democ­ra­cia.
    (Disponível para orientação)

    Vágner Camilo Alves


    Coor­de­nador do PPGEST

    vgcamilo@​bol.​com.​br

    Pos­sui grad­u­ação em Dire­ito pela Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católica do Rio de Janeiro (1995), mestrado em Relações Inter­na­cionais pela Pon­tif­í­cia Uni­ver­si­dade Católica do Rio de Janeiro (1998) e doutorado em Ciên­cia Política (Ciên­cia Política e Soci­olo­gia) pelo IUPERJ (2005). É pro­fes­sor adjunto da Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense (UFF). Leciona e pesquisa na área da Ciên­cia Política, com ênfase nos Estu­dos Estratégi­cos e Relações Inter­na­cionais, atuando prin­ci­pal­mente nos seguintes temas: política inter­na­cional, política externa e de defesa brasileira e guerra e paz. É sócio tit­u­lar do Insti­tuto de Geografia e História Mil­i­tar do Brasil (IGHMB), ocu­pando a cadeira de nº 92.

    (Disponível para orientação)

    Waldimir Pirró e Longo

    wlongo@​hotmail.​com

    É pro­fes­sor tit­u­lar aposen­tado da Uni­ver­si­dade Fed­eral Flu­mi­nense. Ofi­cial do Exército Brasileiro (Coro­nel) pela Acad­e­mia Mil­i­tar das Agul­has Negras (1955). Grad­u­ação em Engen­haria Met­alúr­gica pelo Insti­tuto Mil­i­tar de Engen­haria (1959). Mestre e Doutor em Engen­haria e Ciên­cia dos Mate­ri­ais e Met­alur­gia Uni­ver­si­dade da Flórida (1970), Esta­dos Unidos. Livre Docên­cia pela UFF (1976). É por­ta­dor de inúmeras hon­rarias, den­tre as quais a Grã-​Cruz da Ordem Nacional do Mérito Cien­tí­fico. Seus temas de inter­esse são edu­cação, ciên­cia e tec­nolo­gia apli­cada à defesa, política e gestão em CT & I.

    (Não disponível para orientação)

Editor-​Chefe: Prof. Eurico de Lima Figueiredo — Editor-​Executivo: Prof. Eduardo Heleno
Copy­right © 20122016 Por­tal do INEST. Todos os dire­itos reser­va­dos. Site elab­o­rado pela equipe WebPortais/​NTI e INEST